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Religiosidade e o uso de drogas ilícitas entre estudantes de uma universidade do centro-oeste brasileiro

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metadataTrad.dc.contributor.author Costa, Glauco Rogerio Alves da;
metadataTrad.dc.contributor.authorLattes http://lattes.cnpq.br/3761687084960212;
metadataTrad.dc.contributor.advisor Pattussi, Marcos Pascoal;
metadataTrad.dc.contributor.advisorLattes http://lattes.cnpq.br/6214117506681237;
metadataTrad.dc.contributor.advisor-co1 Junges, José Roque;
metadataTrad.dc.contributor.advisor-co1Lattes http://lattes.cnpq.br/1507037252079657;
metadataTrad.dc.publisher Universidade do Vale do Rio dos Sinos;
metadataTrad.dc.publisher.initials Unisinos;
metadataTrad.dc.publisher.country Brasil;
metadataTrad.dc.publisher.department Escola de Saúde;
metadataTrad.dc.language pt_BR;
metadataTrad.dc.title Religiosidade e o uso de drogas ilícitas entre estudantes de uma universidade do centro-oeste brasileiro;
metadataTrad.dc.description.resumo Objetivos: O objetivo desse estudo era investigar a associação entre religiosidade e o uso de drogas ilícitas (drogas consideradas ilegais no Brasil tais como cannabis, cocaína, ecstasy, oxy e inalantes) entre estudantes de uma universidade do centro-oeste brasileiro. Métodos: trata-se de um estudo transversal de base universitária cuja população foi constituída por 2.188 universitários, os quais responderam a um questionário autoadministrável padronizado e pré-testado. Foram incluídos todos os estudantes dos cursos da área da saúde regularmente matriculados durante o período da pesquisa, de ambos os sexos e com idade igual ou maior a 18 anos. O desfecho foi o uso na vida e nos últimos 30 dias de drogas. A exposição foi a religiosidade avaliada pelo Índice de Religiosidade de Duke. Para a análise dos dados, foi utilizada a regressão de Poisson com variância robusta. Resultados: A prevalência de uso de drogas na vida e nos últimos 30 dias entre os estudantes era, respectivamente, 39,5% (IC95% 37,4 – 41,6%) e 16% (IC95% 14,5 – 17,6%). Após o controle para variáveis demográficas, socioeconômicas, acadêmicas e comportamentais, os indivíduos que nunca ou raramente frequentavam os serviços religiosos (religiosidade organizacional) ou praticavam a sua religião (religiosidade não-organizacional) apresentaram prevalências de uso na vida dessas substâncias de 36% (IC95% 17-57%) e 25% (IC95% 10- 42%) maior quando comparados aos que frequentavam ou praticavam regularmente. Além disso, universitários com baixa vivência da religião nos aspectos de sua vida (religiosidade intrínseca) possuíam uma prevalência 79% (IC95% 50-212%) maior de terem feito uso de drogas na vida. Com relação ao uso recente, universitários com baixas religiosidade organizacional, não organizacional e intrínseca apresentaram uma prevalência de uso nos últimos 30 dias de 59% (IC95% 18-214%), 33% (IC95% 5-68%) e 2,2 vezes maior (IC95% 1,54-3,14) do que os com alta religiosidade, respectivamente. Conclusão: Os resultados sugerem que a religiosidade pode ter um papel protetor na experimentação e no uso recente de drogas entre os universitários.;
metadataTrad.dc.description.abstract Objectives: The aim of this study was to investigate the association between religiosity and the use of drugs (illegal drugs such as cannabis, cocaine, ecstasy, oxy and inhalants) in students from a university in the Brazilian Midwest. Methods: This is a cross-sectional study with a population of 2188 college students who answered a standardized and pre-tested self-administered questionnaire. All students of health courses regularly enrolled during the research period, of both sexes and aged 18 years or older, were included. The outcome was lifetime and past 30 days use of drugs. The exposure was religiosity assessed by the Duke Religiosity Index. Poisson regression with robust variance was used to estimate prevalence ratios and confidence intervals. Results: The prevalence of lifetime and past 30 days use of drugs was 39.5% (95%CI 37.4- 41.6%) and 16% (95% CI 14.5-17.6%), respectively. After controlling for demographic, socioeconomic, academic, and behavioral variables, individuals who never or rarely attended (organizational religiosity) or practiced (non-organizational religiosity) religious services or their religion had a 36% prevalence of lifetime use of these substances (95%CI 17-57%) and 25% (95%CI 10-42%) higher when compared to those who attended or practiced regularly, respectively. In addition, college students with low experience of religion in their lives (intrinsic religiosity) had a prevalence of lifetime use of drugs 79% (95%CI 50-212%) higher than those with high. Regarding recent use, undergraduate students with low organizational, non-organizational and intrinsic religiosity had a prevalence of past 30 days use of other drugs 59% (95%CI 18-214%), 33% (95%CI 5-68%) and 2.2 (95%CI 1.54-3,14) times higher than those with high religiosity, respectively. Conclusion: The results suggest that religiosity may play an important protective role in the experimentation and recent use of drugs among college students.;
metadataTrad.dc.subject Religião; Drogas ilícitas; Estudantes; Religion; Illicit drugs; Students;
metadataTrad.dc.subject.cnpq ACCNPQ::Ciências da Saúde::Saúde Coletiva;
metadataTrad.dc.type Dissertação;
metadataTrad.dc.date.issued 2020-01-09;
metadataTrad.dc.description.sponsorship Nenhuma;
metadataTrad.dc.rights openAccess;
metadataTrad.dc.identifier.uri http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/12678;
metadataTrad.dc.publisher.program Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva;


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