| Resumo |
Conforme esclarece o Portal do Investidor (2010), site mantido pelo Ministério da Fazenda, “os mercados de capitais são mais eficientes em países onde existem bolsas de valores bem estruturadas, transparentes e líquidas. Para que elas desempenhem suas funções, o ambiente de negócios do país tem que ser livre e as regras devem ser claras. Nestes contextos, as bolsas podem beneficiar todos os indivíduos da sociedade e não somente aqueles que detêm ações de companhias abertas”. A Equipe Infomoney (2010B) destaca que “o crescimento da classe média brasileira nos últimos anos tem atraído as atenções de governo e empresas, interessados no potencial de consumo oferecido por esse novo mercado. Mas esse maior interesse não para por aí e atinge também o mercado financeiro. Cada vez mais as corretoras têm se voltado para o segmento de varejo, ainda muito incipiente no Brasil em comparação aos Estados Unidos, por exemplo, mas com uma trajetória recente de forte crescimento.” Em entrevista concedida em agosto de 2009, publicada por Peres (2009), Edemir Pinto – diretor presidente da BM&F Bovespa – fez as seguintes declarações: “Chegará o dia em que todos os brasileiros, ao planejarem seus investimentos, pensarão em investir em ações.” “Já temos 550 mil pessoas físicas investindo na Bolsa. Mas nosso objetivo é que esse número multiplique por 10 nos próximos cinco anos, chegando a mais de 5 milhões de investidores dessa categoria”, garante o executivo.; |