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Diretrizes para prototipagem na construção de cenários: artefato para conversação

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metadataTrad.dc.contributor.author Glustack, Cristiano Machado;
metadataTrad.dc.contributor.authorLattes http://lattes.cnpq.br/3679459358404070;
metadataTrad.dc.contributor.advisor Scaletsky, Celso Carnos;
metadataTrad.dc.contributor.advisorLattes http://lattes.cnpq.br/6525779922201302;
metadataTrad.dc.publisher Universidade do Vale do Rio dos Sinos;
metadataTrad.dc.publisher.initials Unisinos;
metadataTrad.dc.publisher.country Brasil;
metadataTrad.dc.publisher.department Escola da Indústria Criativa;
metadataTrad.dc.language pt_BR;
metadataTrad.dc.title Diretrizes para prototipagem na construção de cenários: artefato para conversação;
metadataTrad.dc.description.resumo Esta pesquisa tem como objetivo propor diretrizes para prototipagem como elemento estruturante da construção de cenários. A prototipagem é abordada como uma performance para criação de artefatos exploratórios. Nessa abordagem, o protótipo é compreendido como artefato crítico: porta um argumento e provoca conversação. Para cumprir o objetivo, foram realizados três procedimentos metodológicos em sequência: pesquisa bibliográfica, entrevistas e workshops. Ao final de cada procedimento foi sintetizado um quadro com indicativos de diretrizes. Através da triangulação desses indicativos, formulou-se seis diretrizes. 1. Reflexões: estimular a criatividade e as ponderações através da curiosidade, aspectos lúdicos e reflexões análogas. 2. Vínculos: as relações construídas entre os atores reverberam engajamento que se estende além do momento do workshop. 3. Deslocamentos: eventualmente os atores vão se deslocar do caminho previsto e isso é desejável. 4. Aprendizagens: o protótipo é essencialmente um objeto de aprendizagem. Estimula-se que essa aprendizagem seja cíclica, recursiva, exploratória e improvisada. 5. Espaços: há uma série de espaços sustentados pela conversação que lastreiam a prototipagem e a construção de cenários. É relevante perceber esses espaços e edificá-los. 6. Intersecções: através da conversação, intermediar uma instância dialógica entre protótipo e teoria. Nessa instância, diferentes atores podem argumentar e expor suas visões, bem como aprender com as visões de outros. Constatou-se que, através da conversação, é possível explorar a construção de cenários e a prototipagem simultaneamente. A conversação é o elemento de nexo entre as duas dinâmicas. Ambas portam uma capacidade de promover vínculos entre os atores, gerar engajamento e aprendizagem. A utilização da prototipagem enquanto performance coletiva e dos protótipos enquanto argumentos plásticos potencializam a narrativa dos cenários. Nessa abordagem, a construção de cenários pode ser interpretada como um espaço de conversação semovente e contínuo. Paralelamente, a prototipagem é uma performance de reflexão-na-ação, aprendizagem recursiva e coletiva.;
metadataTrad.dc.description.abstract This research aims to propose guidelines for prototyping as a structural element of scenario building. Prototyping is approached as a performance for creating exploratory artifacts. In this approach, the prototype is understood as a critical artifact: it carries an argument and provokes conversation. To achieve the objective, three methodological procedures were carried out in sequence: bibliographic research, interviews and workshops. At the end of each procedure, a table with indicative guidelines was synthesized. Through the triangulation of these indicatives, six guidelines were formulated. 1. Reflections: stimulate creativity and reflections through curiosity, playful aspects and similar reflections. 2. Bonds: the relationships built between the actors echo engagement that extends beyond the moment of the workshop. 3. Displacements: eventually the actors will move from the planned path and this is desirable. 4. Learning: the prototype is essentially a learning object. This learning is encouraged to be cyclical, recursive, exploratory and improvised. 5. Spaces: there are a series of spaces supported by conversation that support prototyping and scenario building. It is relevant to understand these spaces and to build them. 6. Intersections: through conversation, intermediate a dialogical instance between prototype and theory. In this instance, different actors can argue and expose their views. As well, these actors can learn from the views of others. It was found that through conversation it is possible to explore the scenario building and prototyping simultaneously. Conversation is the nexus between the two dynamics. Both carry a capacity to foster links between the actors, generate engagement and learning. The use of prototyping as a collective performance and prototypes as plastic arguments enhance the scenario narrative. In this approach, the construction of scenarios can be interpreted as a space for continuous and moving conversation. At the same time, prototyping is a performance of reflection-in-action, recursive and collective learning.;
metadataTrad.dc.subject Design estratégico; Prototipagem; Construção de cenários; Strategic design; Prototyping; Scenario building;
metadataTrad.dc.subject.cnpq ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Desenho Industrial;
metadataTrad.dc.type Dissertação;
metadataTrad.dc.date.issued 2020-11-16;
metadataTrad.dc.description.sponsorship Nenhuma;
metadataTrad.dc.rights openAccess;
metadataTrad.dc.identifier.uri http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/9474;
metadataTrad.dc.publisher.program Programa de Pós-Graduação em Design;


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