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Spotify, software disforme: a secundarização da interface gráfica como maturidade do software na tecnocultura

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metadataTrad.dc.contributor.author Viegas, Carlos Alessandro Alves;
metadataTrad.dc.contributor.authorLattes http://lattes.cnpq.br/0176009227205962;
metadataTrad.dc.contributor.advisor Ladeira, João Damasceno Martins;
metadataTrad.dc.contributor.advisorLattes http://lattes.cnpq.br/5245380818198943;
metadataTrad.dc.publisher Universidade do Vale do Rio dos Sinos;
metadataTrad.dc.publisher.initials Unisinos;
metadataTrad.dc.publisher.country Brasil;
metadataTrad.dc.publisher.department Escola da Indústria Criativa;
metadataTrad.dc.language pt_BR;
metadataTrad.dc.title Spotify, software disforme: a secundarização da interface gráfica como maturidade do software na tecnocultura;
metadataTrad.dc.description.resumo A presente pesquisa estuda o processo de mutação da interface gráfica dos softwares tomando como objeto empírico a interface gráfica do Spotify e a sua relação histórica com outros softwares de reprodução sonora. O alinhamento das materialidades busca apreender a ética que guia a transformação dessas superfícies de representação ao longo das épocas, o porquê de estas estarem cada vez mais visualmente simplificadas e o que viabiliza tal progressão sintetizadora. Alinhados a um conjunto teórico que a) reconhece no processo de constituição da interface gráfica um trabalho de réplica e remix junto a outras mídias; b) reconhece o software como entidade de informação pura cuja finalidade e modo de agir vão além do que a interface gráfica expõe e; c) reconhece o ser humano como portador de códigos interpretativos adquiridos no contato com as mídias e que são seguidos como fonte para o posicionamento das mídias em estado de implantação, os cruzamentos da pesquisa oferecem a possibilidade heurística para enfrentamento do software como criatura não representacional e da interface gráfica como um elemento representacional temporário adotado pelo software em razão de sua adaptação aos regimes receptores iniciais, e do qual o próprio software se desfaz à medida que transmite ao usuário a capacidade de entender a interação desprovida de formas. Tal processo de capacitação é identificado no Spotify a partir de medidas gráfico-discursivas que desestabilizam princípios considerados comuns às interfaces gráficas clássicas, seja na sua operação oculta como software instalado, seja na adoção de seu design flat de baixa fidelidade em relação aos objetos físicos, seja na quebra da lógica espacial de navegação e profundidade de conteúdo. A mesma análise conclui que, enquanto se desfaz da necessidade de emulação de forma e espaço, o software aproxima-se da sua (in)visibilidade própria e adquire camadas de autonomia e de domínio sobre a máquina e sobre o usuário que o opera, sendo, para o software, o exercício da sua (in)visibilidade também, por conseguinte, uma busca por autofortalecimento e expansão sobre o ambiente.;
metadataTrad.dc.description.abstract The present research studies the mutation process of software’s graphical interface taking as empirical object Spotify’s graphical interface and its historical relationship with others sound reproduction softwares. The alignment of these materialities aims to understand the ethics that guides the transformation of these surfaces representation throughout the ages, the reason why these are increasingly visually simplified and what makes feasible such synthesizing progression. Aligned to a theoretical set that a) recognizes on the graphic interface process of constitution an effort of replica and remix with other media; b) recognizes the software as a pure information entity whose purpose and way of acting go beyond what the graphical interface exposes and; c) recognizes the human being as a bearer of interpretative codes acquired in contact with the media and that are followed as a source for the media’s positioning in state of implantation, the crossroads research offer the heuristic possibility to understand the software as a non-representational creature and the graphical interface as a temporary representational element adopted by the software due to its adaptation to the initial receptor regimes, and from which the software itself dissolves as it transmits to the user the ability to understand the interaction devoid of forms. This process of capacitation is identified on Spotify from graphical-discursive measures that destabilize principles considered common to classic graphical interfaces, either in its hidden operation as installed software, or in the adoption of its low fidelity flat design in relation to physical objects, whether in the breaking of spatial navigation logic and content depth. The same analysis concludes that, while discarding the need for emulation of form and space, the software approaches its own (in)visibility and acquires layers of autonomy and mastery over the machine and over the user that operates it, being, to the software, the exercise of its (in)visibility also, therefore, a search for self-strengthening and expansion on the environment.;
metadataTrad.dc.subject Interface gráfica; Software; Graphical interface; Interface; Design;
metadataTrad.dc.subject.cnpq ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Comunicação;
metadataTrad.dc.type Dissertação;
metadataTrad.dc.date.issued 2019-03-22;
metadataTrad.dc.description.sponsorship CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior;
metadataTrad.dc.rights openAccess;
metadataTrad.dc.identifier.uri http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/9315;
metadataTrad.dc.publisher.program Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação;


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