Uma análise sobre o mito “as mulheres falam demais” no desenho infanto-juvenil a pequena sereia

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Graduaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Jaeger, Aline
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/5495822787948912pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Santos, Nathália Flach dos
Curso (dc.curso)Letraspt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2022-06-03T14:11:23Z
dc.date.available (dc.date.available)2022-06-03T14:11:23Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2020-12-02
Abstract (dc.description.abstract)The following research aims to analyze the perpetuation of the myth “Women Talk Too Much” in the cinematographic adaptation of Andersen’s Tale, The Little Mermaid (1837). In order to fulfill our objective, an analysis of the sixth chapter Women Talk Too Much, by Janet Holmes, in the book Language Myths (TRUDGILL; BAUER, 1998), takes place along with a comparison of Andersen’s tale (1837), and Walt Disney Studios adaptation The Little Mermaid (CLEMENTS; MUSKER,1989); followed by a study on Ariel’s character according to Randazzo’s (1996) archetypes. To conclude our investigation, a revision of the song Poor Unfortunate Souls (MENKEN; ASHMAN, 1989) succeeds, in which we search for stanzas that reproduce the myth. The final exam proves not only the propagation of the myth “Women Talk Too Much”, but also the myth of beauty (WOLF, 1992). According to feminist perspectives that emerge after the Third Wave (WALKER, 1992), this study draws attention to the early reproduction of believes which ramifications may endure with us until adulthood.en
Resumo (dc.description.resumo)A presente pesquisa objetiva analisar a perpetuação do mito “As Mulheres Falam Demais” na adaptação cinematográfica do conto A Sereiazinha (ANDERSEN, 1837) pelos estúdios Walt Disney Pictures. De forma a atingir esse objetivo, realiza-se a análise do capítulo VI Women Talk Too Much, redigido por Janet Holmes, no livro Language Myths (TRUDGILL; BAUER, 1998) juntamente a uma comparação do conto original de Andersen (1837) e a adaptação A Pequena Sereia (CLEMENTS; MUSKER,1989), seguida por uma leitura da personagem Ariel de acordo com os arquétipos definidos por Randazzo (1996). Para completar essa investigação, realiza-se a revisão da música Corações Infelizes (MENKEN; ASHMAN, 1989) em busca de estrofes que evidenciem a difusão da crença. O exame final comprova a reprodução não apenas do mito “As Mulheres Falam Demais”, mas também do mito da beleza (WOLF, 1992). A partir das perspectivas feministas emergentes após a terceira onda do feminismo (WALKER, 1992), esse estudo chama atenção para a prematura propagação de crenças cujas consequências perduraram até a vida adulta.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/11542
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)A pequena sereiapt_BR
Assunto (dc.subject)Contos de fadapt_BR
Assunto (dc.subject)Fala das mulherespt_BR
Assunto (dc.subject)Feminismopt_BR
Assunto (dc.subject)Mitos da linguagempt_BR
Assunto (dc.subject)The little mermaiden
Assunto (dc.subject)Fairy talesen
Assunto (dc.subject)Woman’s talken
Assunto (dc.subject)Feminismen
Assunto (dc.subject)Language mythsen
Título (dc.title)Uma análise sobre o mito “as mulheres falam demais” no desenho infanto-juvenil a pequena sereiapt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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