Games e plataformização: uma análise sobre o grupo de pesquisa de games da Intercom
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No presente trabalho de conclusão de curso, realizamos uma pesquisa nos anais do GP de games da Intercom com a finalidade de construir um panorama acerca do estudo de plataformas e plataformização dos jogos digitais na academia brasileira. Utilizamos como base as definições construídas pelos autores Nieborg, Poell, Van Dijck, Chia, Keogh, Leorke, Nicoll, Gillespie e D’Andrea, com a finalidade de elaborar um panorama acurado sobre o que é a plataformização e como ela ocorre nos videogames, desde a produção, até a distribuição e como o próprio jogo pode se tornar uma plataforma. Dentro do GP de games já foram aceitos 210 trabalhos entre 2016 e 2023 e apenas 6 trabalhos tratam questões inerentes à plataformização, ou seja, menos de 3% apresentam a temática em oito anos de Intercom. Com base nos autores estudados, foi possível reunir em grupos como cada trabalho encarou a plataformização de seu objeto de estudo. Assim dividimos em “Jogos como Base”, “Jogos Dataficados”, “Monetização e Distribuição dos Jogos” e “Jogos como Plataformas de Discursos”. Assim, chegamos à conclusão que a pesquisa acerca da plataformização ainda engatinha no Brasil, porém todas compartilham o mesmo núcleo da plataformização, estudado por Nieborg.
