Políticas de incentivos e a exposição ao risco estratégico: o ponto de vista de conselheiros de administração

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Título do periódico

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Nome da instituição

Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Departamento

Escola de Gestão e Negócios

Programa

Programa de Pós-Graduação em Gestão e Negócios

Agência de fomento

Nenhuma
Resumo

A aplicação de incentivos monetários e não monetários a executivos, com objetivo de obter uma performance empresarial, de curto ou longo prazo, constitui um dos mecanismos de governança corporativa para alinhamento entre os interesses do acionista majoritário e proprietário (principal) e executivos (agentes). Como ajustador deste alinhamento o papel do Conselho de Administração, bem como dos comitês de apoio como de riscos e de remuneração, são fundamentais. Dependendo do ajuste do sistema, poderá haver uma exposição ao risco estratégico em maior ou menor grau. No Brasil, conforme percepção de conselheiros de administração, este mecanismo não é regulado com objetivo de regular a exposição ao risco estratégico e as políticas de incentivo são alinhadas, em geral, no curto prazo, conforme a performance desejada, levando a custos de controle e monitoramento. Além disto, algumas peculiaridades brasileiras leva a necessidade de modelos de incentivo adequados ao Brasil, sendo, os componentes de incentivo usuais na Europa e Estados Unidos, em alguns casos, conflitantes com a legislação trabalhista e fiscal brasileira.