Preservando raízes, mantendo e construindo práticas de resistência: o caso do Quilombo Macaco Branco em Portão – 2012-2023

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Graduaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Korndörfer, Ana Paula
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/6609152362276078pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Becker, Karina Willers
Curso (dc.curso)Históriapt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2025-07-08T19:28:32Z
dc.date.available (dc.date.available)2025-07-08T19:28:32Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2023-12-15
Resumo (dc.description.resumo)O presente estudo busca historicizar a comunidade quilombola Macaco Branco, localizada na cidade de Portão, Rio Grande do Sul, analisando as formas através das quais a comunidade busca manter o seu território. Esta pesquisa, que dialoga com a história social, tem como marco temporal de 2012 até os dias atuais, uma vez que a certificação da comunidade como território quilombola pela Fundação Palmares ocorreu em 2012. Até o momento, a comunidade ainda precisa realizar duas etapas necessárias para que se tenha a titulação de seu território, sendo elas a desapropriação de não quilombolas e a outorga de título coletivo. Por pedido da comunidade, o processo foi cancelado em 2022, podendo ser reativado na fase em que foi interrompido. O trabalho está estruturado em cinco capítulos, no primeiro deles introduzimos a temática, no segundo capítulo, analisamos o conceito de quilombo, muito discutido a partir de sua inserção na Constituição de 1988. Com as novas interpretações ao termo, temos a inserção de maior número de quilombos em políticas públicas e a conquista do acesso permanente à terra que ocupam. No terceiro capítulo, apresentamos o panorama dos quilombos no Brasil e no Rio Grande do Sul, a partir de dados obtidos pelo Censo Demográfico de 2022. No quarto capítulo, analisamos o quilombo Macaco Branco e, por fim, no quinto e último capítulo, analisamos as formas de existir e resistir dentro deste território que a comunidade busca manter. Entre as fontes utilizadas estão o Relatório Antropológico da comunidade, o Jornal NH (Novo Hamburgo) e as vozes quilombolas, a partir de entrevistas concedidas a terceiros.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13653
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Quilombopt_BR
Assunto (dc.subject)Macaco brancopt_BR
Assunto (dc.subject)Territóriopt_BR
Assunto (dc.subject)Portãopt_BR
Assunto (dc.subject)Legislaçãopt_BR
Assunto (dc.subject)Resistênciapt_BR
Título (dc.title)Preservando raízes, mantendo e construindo práticas de resistência: o caso do Quilombo Macaco Branco em Portão – 2012-2023pt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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