O autista e a escola regular: a percepção de profissionais que trabalham em uma instituição de convivência
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O tema autismo é, ainda, pouco conhecido por profissionais da área da educação. Contudo, esse é um assunto que vem sendo discutido atualmente com maior frequência e que, devido à demanda de alunos com este espectro que são inseridos nas escolas e em outros espaços de convivência, muito se vêm discutindo e problematizando sobre ele. O objetivo desta pesquisa é o de conhecer um pouco mais sobre a temática e a partir da percepção de profissionais que trabalham em uma instituição voltada para o atendimento a esses sujeitos, saber se os mesmos entendem que esses sujeitos possam frequentar a escola regular. Tendo em vista as políticas públicas que regulamentam e incentivam a matricula desses sujeitos na escola regular. Neste sentido, foi utilizada a pesquisa qualitativa e como instrumento de coleta de dados o questionário, com perguntas estruturadas. Ao analisar as narrativas dos profissionais, foi possível definir quatro categorias de análises que de acordo com eles dificulta a matricula desses sujeitos na escola regular, são elas: Dificuldades na socialização – Síndromes associadas – Falta de estrutura da escola regular e Aprendizagem formal. A título de conclusão é possível dizer que para esses profissionais, que trabalham nessa instituição, oferecer a esses sujeitos uma condição de independência já terá sido um grande passo. Com base nas informações obtidas e descritas neste trabalho, entendo que o atendimento a esses sujeitos deve ser necessariamente individualizado. Que o espaço próprio para eles está na dependência da severidade do transtorno.
