Análise crítica do combate à elisão fiscal no Brasil à luz da análise econômica do direito

Carregando...
Imagem de Miniatura

Data de defesa

Autor(a)



Orientador(a)


Título do periódico

ISSN

Título do volume

Nome da instituição

Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Departamento

Escola de Direito

Programa

Programa de Pós-Graduação em Direito da Empresa e dos Negócios

Agência de fomento

Nenhuma
Resumo

O presente trabalho busca lançar luzes sobre o debate do combate à elisão fiscal no Brasil, trazendo para a discussão elementos da Análise Econômica do Direito. O objetivo é analisar os efeitos concretos da atual forma pelo qual o combate à elisão fiscal é realizado pela Administração Pública. As premissas teóricas do trabalho são o construtivismo lógico-semântico, a teoria da firma, a economia dos custos de transação, as falhas de mercado e as falhas de governo. A abordagem parte do delineamento de conceitos básicos da Análise Econômica do Direito, continua com a construção do panorama do combate à elisão fiscal no Brasil, focando na análise da obra que de Marco Aurélio Greco, maior expoente da corrente teórica predominante no momento e a apuração de como esta teoria está sendo recepcionada e aplicada pelos principais órgãos de julgamento tributário do País — CARF, STJ e STF. A partir do cenário constatado, foi realizada a ligação entre os conceitos de Análise Econômica do Direito antes trazidos e as figuras relevantes na discussão do combate à elisão fiscal. Após a construção deste arcabouço teórico, passou-se à análise crítica e diagnóstico dos efeitos da forma como o combate à elisão fiscal tem sido realizada no Brasil, para então propor soluções na área de políticas públicas que tem a capacidade de atingir o mesmo fim com meios menos onerosos para a economia nacional. Ao fim da análise realizada, concluiu-se que a forma mais eficiente de combate à elisão fiscal é a de aprimoramento contínuo da legislação, em substituição às formas atuais, que causam um cenário de escolha sob incerteza e, por conseguinte, inviabilizam uma escolha racional por parte dos contribuintes.