Comportamento de risco para transtornos alimentares entre universitárias de nutrição e arquitetura: transtornos alimentares entre universitárias
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Analisar a prevalência de comportamentos favoráveis ao desenvolvimento de transtornos alimentares (TA) entre universitárias de uma Universidade privada. Foi realizado um estudo transversal em estudantes dos cursos de Nutrição e Arquitetura da Universidade do Vale do Rio dos Sinos. A investigação do comportamento alimentar for realizada através da aplicação do Eating Attitudes Test (EAT-26) e os dados para cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) foram referidos. A amostra foi composta por 51 alunas do curso de Arquitetura e 40 alunas do curso de Nutrição. A média de idade foi de 22,3±6,8 anos. Do total da amostra, 76,6% das alunas apresentaram IMC dentro da faixa de normalidade, sendo consideradas eutróficas em relação ao estado nutricional. De acordo com os escores do EAT-26, 25,5% e 35% das alunas de arquitetura e nutrição, respectivamente, apresentaram risco para desenvolvimento de TA, porém essa diferença não foi significativa. Não houve diferença entre idade e sintomatologia de TA, porém na relação com o estado nutricional, esta diferença foi significativa. Uma pontuação maior de 20% do EAT+ é considerada preocupante e um grande número de universitárias obteve escores maiores de 20%, embora não tenham sido encontradas diferenças significativas. A presença de sinais de risco deve ser considerada para detecção, prevenção e tratamento dos casos. A população universitária, principalmente alunas do curso de Nutrição em universidades privadas constituem um importante foco de estudos que possibilitem maiores esclarecimentos sobre os determinantes dos TA.
