Coletivo universitário RePense: uma análise interseccional da violência nos modos de subjetivação hegemônicos
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A questão da violência interpessoal no Brasil, entre duas ou mais pessoas, atinge índices preocupantes, podendo ser considerada um problema de saúde pública. Os dados estatísticos levantados compõem altos índices de mortalidade e importantes agravos à saúde física e mental, com impactos diretos na qualidade de vida da população. Confirmando que a crescente onda de discursos de ódio em relação a posicionamentos políticos, orientação sexual, gênero, raça ou populações periféricas ultrapassa afirmações como “ela tem que se dar ao respeito”, “não sou preconceituoso, tenho até um amigo negro” ou “pode ser gay/lésbica, mas não precisa beijar em público” para se tornar ações concretas que marcam indicadores estatísticos de violência contra determinadas populações e sofrimento psíquico atribuído às cobranças normativas de modos de ser.
