Incomensurabilidade sem paradigmas: a revolução epistemológica de Thomas Kuhn

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Nome da instituição

Universidade do Vale do Rio do Sinos

Departamento

Escola de Humanidades

Programa

Programa de Pós-Graduação em Filosofia

Agência de fomento

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Resumo

O cenário geral da filosofia da ciência no século XX foi principalmente desenhado pelos traços epistemológicos do Positivismo Lógico e seu verificacionismo, pelo falsificacionismo popperiano, pelos programas de pesquisa lakatianos, pelo anarquismo epistemológico de Paul Feyerabend e pela filosofia da ciência de Thomas Kuhn. A partir desse cenário geral, esta dissertação analisa os aspectos principais da filosofia da ciência de Thomas Kuhn, o espectro das críticas que recebeu, as respostas que ofereceu e as mudanças que se seguiram na epistemologia kuhniana. Kuhn envolveu-se em um frutífero debate com alguns dos mais proeminentes filósofos da ciência do século XX, sobre suas idéias de revolução científica, ciência normal e incomensurabilidade. Esse debate, discutido nesta dissertação, contribuiu para as mudanças que Kuhn fez em sua proposta original tal como exposta em seu mais famoso trabalho, The Structure of Scientific Revolutions. Essas modificações e sua abrangência são o tema principal do presente estudo