Agricultura familiar e associativismo: um estudo de caso no assentamento Margarida Alves, Mirassol d´oeste - MT

Carregando...
Imagem de Miniatura

Data de defesa

Autor(a)



Orientador(a)


Título do periódico

ISSN

Título do volume

Nome da instituição

Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Departamento

Escola de Humanidades

Programa

Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais

Agência de fomento

FAPEMAT - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso
Resumo

O presente trabalho é o resultado de uma análise de um Estudo de Caso, a partir de um embasamento teórico, em que foram analisadas várias obras referentes ao assunto tratado, e após visitas de reconhecimento in loco na área de estudo, e posteriores conversas informais com diferentes pessoas, definiu-se a modalidade de coleta de dados, em que se optou por entrevistas abertas e semiestruturadas. Essas entrevistas bem como um questionário alternativo com múltiplas escolhas, foram aplicadas a um universo de 10% do total de famílias assentadas. Com essas informações em mãos, e devidamente sintetizadas, foi elaborada a dissertação, tendo o assentamento Margarida Alves em Mirassol D’Oeste como objeto de estudo. Esse assentamento é resultante das mobilizações do MST, e a pesquisa em pauta buscou dar ênfase à importância da agricultura familiar como um instrumento na geração de emprego e renda, bem como a necessidade de essas famílias terem acesso aos requisitos mínimos para produzir e permanecer na terra. E como uma probabilidade para isso, buscou-se verificar qual a viabilidade de contribuição do trabalho a partir de associações e de uma cooperativa. Sendo assim, a pesquisa procurou fazer um levantamento de dados que pudessem analisar o grau de percepção que essas famílias têm desses empreendimentos, bem como a sua importância na produção da agropecuária. Com base na análise dos dados coletados, por meio de entrevistas e do questionário fechado, foi possível fazer um cruzamento das informações obtidas das diferentes pessoas. Assim, foi possível verificar o grau de organização e interação que há no assentamento em relação à viabilidade de se desenvolver a sua produção a partir de associações ou cooperativas, bem como o conhecimento que os assentados têm para organizar tais empreendimentos.