Jogador não é parça é marca

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Graduaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Rosa, Ana Paula da
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/2166615059295438pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Rodrigues, Suélen Hammes
Curso (dc.curso)Relações Públicaspt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2022-05-12T21:30:41Z
dc.date.available (dc.date.available)2022-05-12T21:30:41Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2020-07-20
Resumo (dc.description.resumo)Este trabalho tem como propósito investigar como a performance do jogador interfere na construção da sua marca, seja com atitudes em campo ou extracampo. Assim, nos propomos a analisar de que forma as ações dos atletas extracampo afetam o clube que representam e como o clube reage com o jogador/organização. Como problema de pesquisa o eixo está em verificar de que forma a atuação, em campo e extracampo, interfere na construção da imagem do jogador e em sua simbólica social e como a atitude do jogador afeta a imagem do Clube. Para isso, desenvolvemos um estudo de caso sobre a imagem em circulação dos jogadores Cristiano Ronaldo e Neymar, sendo que tais observáveis foram sistematizados em três frames temporais a saber: Copa do Mundo de 2018, caso de assédio em 2019 e quarentena em 2020, além de seus perfis no Instagram. Como aportes teóricos mobilizamos pesquisas sobre esporte e mídia, midiatização e circulação de sentidos, imagem de jogadores de futebol, sua reputação e os conflitos gerados pela imagem. Como principais autores temos Antônio Fausto Neto, Édison Gastaldo e Ronaldo Helal que são referência quando se trata de comunicação e futebol, além de Baldissera e Ana Rosa agregando sobre imagem e circulação, outro ponto muito discutido neste trabalho. Ao longo da pesquisa inferimos que a imagem de um jogador de futebol deve ser vista como uma organização, visto que as relações extracampo interferem nas do campo e vice-versa, contudo a irrupção de sentidos típica da midiatização não pode ser administrada nem pelos clubes, nem pelos jogadores. O que ocorre é uma espécie de blindagem pelos feitos em campo que reduzem a potência das polêmicas enquanto crises de reputaçãopt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/11341
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Comunicaçãopt_BR
Assunto (dc.subject)Futebolpt_BR
Assunto (dc.subject)Circulaçãopt_BR
Assunto (dc.subject)Imagem e reputaçãopt_BR
Título (dc.title)Jogador não é parça é marcapt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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