Os desafios na avaliação de uma empresa privada familiar: um estudo de caso

Carregando...
Imagem de Miniatura

Data de defesa

Autor(a)



Orientador(a)


Título do periódico

ISSN

Título do volume

Nome da instituição

Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Departamento

Programa

Agência de fomento

Resumo

A avaliação de empresas consiste em uma das tarefas mais delicadas em Finanças em razão da multiplicidade de modelos e fatores envolvidos na modelagem empresarial. Trata-se de um processo norteador para a tomada de decisões, na definição de preços de negociação de empresas, no planejamento e principalmente na gestão da empresa. Tendo em vista a complexidade de precificação do negócio, a presente pesquisa tem como objetivo geral desenvolver um modelo específico de avaliação para empresas de capital privado, de controle familiar ,buscando encontrar resposta para o seguinte questionamento: Quais as premissas e informações mais relevantes para criação de um modelo de avaliação de empresa privada familiar, de médio porte e de capital fechado, do ramo metalúrgico, da região metropolitana de Porto Alegre? A estrutura da pesquisa está subdividida em três momentos que consistem em: elencar e conceituar as premissas relevantes na formação do modelo de avaliação de empresas privadas, alicerçado nos modelos existentes para empresas de capital aberto; elaborar o modelo de avaliação com base na doutrina aplicada ao caso concreto e, descrever os resultados da aplicação do modelo na empresa alvo, analisando-os e estabelecendo o comparativo entre a viabilidade da venda do negócio e a permanência da atividade com a implantação da sucessão familiar. A metodologia se baseia em um estudo de caso descritivo, de natureza exploratória. Destacam-se as premissas relevantes e apresenta-se a elaboração do modelo de avaliação concluindo que a continuidade do negócio com a sucessão familiar gera maior retorno em comparação com a rentabilidade sobre o valor apurado do negócio, ressaltando que a decisão entre as opções está diretamente ligada a fatores como: o risco intrínseco ao negócio, a desvalorização da moeda no tempo e questões de cunho emocional.