Os subsistemas do marco temporal passado e a produção de sentidos: um olhar enunciativo
| Nível educacional (dc.audience.educationLevel) | Graduação | pt_BR |
| Orientador(a) (dc.contributor.advisor) | Mello, Vera Helena Dentee de | |
| Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes) | http://lattes.cnpq.br/0914287756815896 | pt_BR |
| Autor(a) (dc.contributor.author) | Jacob, Alice Hendler | |
| Curso (dc.curso) | Letras | pt_BR |
| Data de Disponibilização (dc.date.accessioned) | 2023-05-23T18:22:48Z | |
| dc.date.available (dc.date.available) | 2023-05-23T18:22:48Z | |
| Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued) | 2022-06-22 | |
| Resumo (dc.description.resumo) | Este trabalho tem como objetivo propor uma análise dos sentidos produzidos pelo uso dos subsistemas do marco temporal pretérito (pretérito perfeito, imperfeito, mais-que-perfeito e futuro do pretérito), de forma a mostrar que essas formas verbais, assim como outros recursos linguísticos, marcam a presença do locutor no discurso. O estudo ancora-se, principalmente, na Teoria da Enunciação de Émile Benveniste, segundo o qual toda vez que o locutor enuncia, propõe-se como sujeito (eu) e instaura um tu, buscando levá-lo a partilhar sua visão de mundo (referência), em um aqui-agora (espaço-tempo). Benveniste postula que, ao construir o aparelho formal da enunciação, o locutor se vale de índices específicos (dêiticos) e de procedimentos acessórios, nos quais se enquadram os tempos verbais. A análise também se apoia nas contribuições do gramático Evanildo Bechara (2001) e dos linguistas Ataliba de Castilho (2010), Luiz Carlos Travaglia (2003) e Maria Helena de Moura Neves (2018), os quais abordam os valores semântico-discursivos produzidos pelo uso de diferentes subsistemas do pretérito. Como o objeto de estudo é uma notícia publicada na Folha de São Paulo, recorreu-se às reflexões de Patrick Charaudeau (2019) sobre o gênero notícia. A metodologia segue o percurso apresentado por Émile Benveniste (1989): são analisados o ato de enunciação, a situação em que ocorre esse ato e os recursos linguísticos mobilizados pelo locutor. O desenvolvimento do trabalho permite concluir que, mediante o uso dos subsistemas do marco temporal passado, em uma relação de sintagmatização no texto, o locutor gera sentidos (semantização) e constrói a referência no discurso. Defendemos a tese de que o estudo de flexões verbais nas aulas de Língua Portuguesa não deve restringir-se à memorização de regras de conjugação, mas concebendo os tempos e modos verbais como marcas linguísticas que significam os textos em diferentes situações de uso. | pt_BR |
| URI (dc.identifier.uri) | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/12410 | |
| Nome da instituição (dc.publisher) | Universidade do Vale do Rio dos Sinos | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Teoria da Enunciação | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Subsistemas do pretérito | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Forma-sentido | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Notícia | pt_BR |
| Título (dc.title) | Os subsistemas do marco temporal passado e a produção de sentidos: um olhar enunciativo | pt_BR |
| Tipo de arquivo (dc.type) | TCC | pt_BR |
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