Um olhar para a escola de campo: EMEF Leopoldo Guilherme Ewerlin
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Meu Trabalho de Conclusão tem como objetivo constatar e compreender como era o andamento da EMEF Leopoldo Guilherme Ewerling, entre os anos de 1950 a 2020. Da mesma forma, busco resgatar as memórias da escola situada no município de São José do Hortêncio, RS. A metodologia dessa pesquisa caracteriza-se por ser uma abordagem qualitativa descritiva. A coleta de dados aconteceu na sua maioria na própria escola EMEF Leopoldo Guilherme Ewerlin, como também por meio de entrevistas com sete ex-alunos e através de questionários que foram enviados por e-mail e/ou whatsapp, com sete ex-professores, entre as décadas de 1950 a 2010. Assim, os autores que contribuíram para embasar o conceito “Escola de Campo” foram Leila Maria Panho(2017), Patrícia Santos e Janaina Vinha (2018), Janisse Viero e Liziany Müller Medeiros (2018). Para conceituar “memória”, os autores utilizados foram: Saionara Goulart Dalpiaz (2005) e Andréa Maria Klein Flores (2016). Para facilitar a compreensão de como era o andamento da escola entre as sete décadas, defini seis categorias para ajudar nesse entendimento. São elas: “A escola surge como uma necessidade para a comunidade”; “Educação diferenciada que vá ao encontro das necessidades e da realidade dos educandos”; “A escola deve ser de fácil acesso para os educandos”; “Escola engajada com assuntos da comunidade”; “Relação professor e aluno” e, por fim, “Relação família e escola”. Conclui-se, assim, que os sujeitos participantes da minha pesquisa contribuíram para o desenvolvimento e crescimento da escola EMEF Leopoldo Guilherme Ewerling, como também para o município de São José do Hortêncio, onde a mesma está situada. Assim, também, vemos que a escola pode ser sim denominada de “Escola de Campo”, pois respeita às principais características encontradas em uma escola denominada do campo.
