Parada cardiorrespiratória: perfil de atendimento de um hospital universitário

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Especializaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Lazzari, Carmen Maria
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/5988449970727885pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Andrade, Letícia Silva de
Curso (dc.curso)Enfermagem em Terapia Intensivapt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2019-05-23T17:01:54Z
dc.date.available (dc.date.available)2019-05-23T17:01:54Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2011-01-01
Resumo (dc.description.resumo)A parada cardiorrespiratória (PCR) é uma intercorrência com alto grau de complexidade e exige da equipe multiprofissional agilidade, eficiência, estabilidade emocional, raciocínio lógico, habilidade técnica, equipamentos adequados e constante atualização de conhecimento. As manobras precoces do suporte básico seguidas da implementação também precoce e eficiente do suporte avançado aumentam as chances de recuperação imediata e de sobrevida. Descrever o perfil do atendimento prestado pela equipe do Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), com base nos registros efetuados acerca das ocorrências. O estudo tem delineamento transversal, com abordagem quantitativa, descritiva, avaliando as fichas de atendimento de PCR instituídas desde 16 março 2009 até 3l de dezembro 2010, preenchidas pelos enfermeiros do CTI adulto quando da ocorrência e atendimento de PCR nas diversas localizações do HCPA. Resultados: De um total de 211 chamadas para atendimento de PCR, apenas 156 eram de fato; a idade média dos pacientes foi de 65,1 ± 16,8 anos e, em 56,4% dos atendimentos, os pacientes eram do sexo masculino. A causa mais freqüente de PCR foi hipoxemia (37,2%) e o ritmo cardíaco foi o de assistolia (43,2%). Em 83,4% dos chamados foi iniciado Suporte Básico de Vida (SBV) pela equipe local. Foram recuperados 56,4% dos pacientes no momento do atendimento. Na avaliação dos registros observamos que os chamados são para atendimento de PCR e outras situações emergenciais, e que o SBV não é instituído em 100% das ocorrências. Percebem-se falhas nos registros, seja por ausência de informação ou inadequação da ficha.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/8089
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Parada cardiorrespiratóriapt_BR
Assunto (dc.subject)Ressuscitação cardiopulmonar.pt_BR
Título (dc.title)Parada cardiorrespiratória: perfil de atendimento de um hospital universitáriopt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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