Ánalise de custos para pavimentos rígidos

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Graduaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Malysz, Rodrigo
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/5629214104881050pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Kehl, Luana
Curso (dc.curso)Engenharia Civilpt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2022-05-11T16:49:18Z
dc.date.available (dc.date.available)2022-05-11T16:49:18Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2018-06-21
Resumo (dc.description.resumo)O pavimento rígido apresenta-se como potencial alternativa de infraestrutura para rodovias urbanas de grande fluxo em razão de requerer menor número de manutenções e possuir elevada vida útil quanto aos pavimentos flexíveis. Entretanto, a execução desse tipo de pavimento necessita investimentos iniciais superiores aos de pavimentos flexíveis, ocasionando baixa atratividade. Assim, a fim de averiguar as potencialidades de pavimentos de concreto simples e de dar continuidade a estudos já realizados, estabeleceu-se o seguinte objetivo geral: realizar o comparativo de custos de pavimentação rígida executando-se ou não barras de transferência e acostamento de concreto, tomando por base o trabalho de Reis (2014) e de Rodrigues (2016). Para isso foram estabelecidos parâmetros de pista e acostamentos iguais aos de Rodrigues (2016), porém com diferentes distâncias de transporte. Primeiramente, foram avaliados, através de planilhas de cálculo do SICRO 2, pavimentos com espessuras indicadas por Reis (2014) para CBR 10%, iguais aos estudadas por Rodrigues (2016). Após, os mesmos cálculos de custos foram realizados para as espessuras de pavimentos indicadas para sub-base com CBR 5% e 2%, também apontadas pelo estudo de Reis (2014). Em posse dos custos totais de cada combinação para cada trecho de estudo e para cada CBR foi possível comparar os resultados encontrados neste trabalho e no de Rodrigues (2016). Porém, para essa comparação ser viável, foi necessário utilizar novembro de 2015 como data base dos custos dos serviços e dos insumos e, consequentemente, manter a utilização do SICRO 2. As análises realizadas apontam que a variação do CBR aumentou o custo total do pavimento e que a combinação mais vantajosa para CBR 10% e para parte dos trechos avaliados com CBR 5% e 2% é a com acostamento de concreto e sem barras de transferência, conforme já constatado por Rodrigues (2016). Por fim, as distâncias entre a pedreira, a usina de CBUQ e de concreto de cimento Portland e o trecho a ser pavimentado tem grande influência sobre o custo total da obra.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/11292
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Custopt_BR
Assunto (dc.subject)Pavimento rígidopt_BR
Assunto (dc.subject)Acostamento de concretopt_BR
Assunto (dc.subject)Barras de transferênciapt_BR
Título (dc.title)Ánalise de custos para pavimentos rígidospt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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