Comparação de revestimento de argamassa convencional e estabilizada: produtividade, consumo e perdas de materiais, e aderência à tração

Carregando...
Imagem de Miniatura

Data de defesa

Autor(a)



Orientador(a)


Título do periódico

ISSN

Título do volume

Nome da instituição

Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Departamento

Programa

Agência de fomento

Resumo

O revestimento de argamassa tem como algumas de suas funções proteger a estrutura e a alvenaria, complementar a vedação e auxiliar no isolamento térmico e acústico da edificação. Porém é considerado como um dos gargalos nas obras, devido à interferência humana na execução do serviço, podendo gerar grandes perdas e elevar o custo do empreendimento. Diante desta realidade, com a industrialização dos materiais um produto que vem se destacando no mercado da construção civil é a argamassa estabilizada. O presente trabalho consiste em um estudo comparativo no processo de revestimento de argamassa de duas obras localizadas na cidade de Gramado/RS, sendo uma delas executada com revestimento de argamassa convencional, e a outra revestimento de argamassa estabilizada. Os itens escolhidos para serem avaliados foram: produtividade da mão de obra, consumo de materiais e ensaio de resistência de aderência à tração. O estudo foi realizado com base em dados coletados no canteiro de obras diariamente pelo período de cinco dias em cada obra. Para este estudo foram considerados: número de trabalhadores, horas trabalhadas, volume de argamassa consumida e área de revestimento executada. Com os resultados obtidos é possível fazer um comparativo entre o tempo de execução, consumo de materiais e resistência à aderência no ensaio de tração das duas argamassas. No que diz respeito a produtividade e consumo de materiais os resultados foram mais satisfatórios no revestimento com argamassa estabilizada, já no ensaio de resistência de aderência à tração o resultado do sistema com argamassa convencional foi superior ao sistema da argamassa estabilizada, contudo os dois resultados foram satisfatórios para revestimentos internos segundo a NBR 13749/2013.