O peso da beleza: o corpo gordo segundo construções discursivas midiáticas de matrizes médico-estéticas

Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Rosa, Ana Paula da
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/2166615059295438pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Soares, João Vítor Perozzo
Autor(a) Lattes (dc.contributor.authorLattes)http://lattes.cnpq.br/1125549123468274pt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2024-12-10T18:31:31Z
dc.date.available (dc.date.available)2024-12-10T18:31:31Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2024-10-25
Resumo (dc.description.resumo)O objetivo deste trabalho é entender como a produção discursiva publicada por clínicas médico-estéticas significa o corpo tido como gordo. A pergunta norteadora da pesquisa é: “Como os discursos midiatizados permeados por apelos e operações médico-estéticas com fins publicitários constroem representações e significações sobre o corpo gordo? E de que forma tais discursos agenciam a circulação e os imaginários sociais a partir das gramáticas de produção?”. Diante disso, evidencia-se a necessidade de estudar o corpo humano e sua relação com a comunicação (Hanno e Pross, 1990) e, também, outras áreas do conhecimento. Para isso, mobiliza-se os conceitos de midiatização (Verón, 2013; Gomes, 2017; Vizer, 2015), estigma (Goffman, 1988) , corpos dóceis (Foucault, 2003), dentre outros. Como abordagem metodológica realiza-se uma análise em duas etapas, vinculando a abordagem da circulação discursiva de Verón (2004) e a proposta de análise performativa de José Luiz Braga (2010). São analisadas dez publicações de Instagram realizadas por diferentes clínicas médico-estéticas com o intuito de verificar quais acionamentos sígnicos são realizados ao mencionar ou retratar o corpo não-magro. O principal resultado encontrado é que o corpo tido como gordo é representado por meio do descarte. Ou seja, suas representações ocorrem apenas quando o mesmo já foi eliminado pelo paciente que se submeteu ao tratamento. Portanto, parte da produção discursiva dessas empresas reforça um estigma criado pelas mesmas que fragiliza pessoas com corpos não-magros, valendo-se para isso dos recursos do ambiente digital e de operações de sentido típicas da midiatização.pt_BR
Agência de fomento (dc.description.sponsorship)Nenhumapt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13359
Idioma (dc.language)pt_BRpt_BR
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
País da Instituição (dc.publisher.country)Brasilpt_BR
Departamento (dc.publisher.department)Escola da Indústria Criativapt_BR
Sigla da Instituição (dc.publisher.initials)Unisinospt_BR
Programa (dc.publisher.program)Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicaçãopt_BR
Direitos de acesso ao documento (dc.rights)openAccesspt_BR
Assunto (dc.subject)Corpo gordopt_BR
Assunto (dc.subject)Midiatizaçãopt_BR
Assunto (dc.subject)Discursopt_BR
Assunto (dc.subject)Significaçãopt_BR
Assunto (dc.subject)Publicidadept_BR
Tema (CNPq) (dc.subject.cnpq)ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Comunicaçãopt_BR
Título (dc.title)O peso da beleza: o corpo gordo segundo construções discursivas midiáticas de matrizes médico-estéticaspt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)Dissertaçãopt_BR

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