Banho de leito: detecção de alterações hemodinâmicas
| Nível educacional (dc.audience.educationLevel) | Especialização | pt_BR |
| Orientador(a) (dc.contributor.advisor) | Lazzari, Carmen Maria | |
| Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes) | http://lattes.cnpq.br/5988449970727885 | pt_BR |
| Autor(a) (dc.contributor.author) | Souza, Helder Ferreira de | |
| Curso (dc.curso) | Enfermagem em Terapia Intensiva | pt_BR |
| Data de Disponibilização (dc.date.accessioned) | 2019-09-24T13:24:28Z | |
| dc.date.available (dc.date.available) | 2019-09-24T13:24:28Z | |
| Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued) | 2011-01-01 | |
| Resumo (dc.description.resumo) | Pacientes podem apresentar alterações hemodinâmicas durante procedimentos de enfermagem e, acreditamos serem mais pronunciadas naqueles criticamente enfermos. Observar se ocorrem alterações hemodinâmicas em pacientes críticos durante o banho de leito e associar à gravidade de acordo com APACHE II. Foi realizado um estudo observacional, exploratório e descritivo, com uma abordagem quantitativa no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital de Clínicas de Porto Alegre que consistiu no acompanhamento de banhos de leito para verificar a presença de alterações hemodinâmicas em pacientes criticamente enfermos. Foram obtidas informações sobre os parâmetros de freqüência respiratória, pressão arterial média, saturação de pulso de oxigênio e temperatura axilar nos cinco minutos que antecediam o banho de leito, ao término do mesmo e nos próximos quinze e trinta minutos, com a finalidade de identificar o tempo necessário para normalização dos mesmos. Os dados obtidos foram comparados com o índice de gravidade APACHE II. Foram avaliados 57 banhos de leito. A média de idade foi de 53,8±19,1 anos e da duração do banho foi de 23,1±10,2 minutos. As principais causas de internação foram a IRpA seguida de Sepse e, a maioria dos pacientes (61,4%) se encontrava em ventilação mecânica invasiva. O cuidado do banho de leito desencadeou um aumento na FC, porém sem significância estatística. A FR sofreu um aumento sem ser acompanhada por alteração na SAT. A PAM também não sofreu alterações e, a Tax sofreu queda estatisticamente significativa. Conclusão: Pode-se afirmar que a avaliação clínica anterior à realização do cuidado se faz necessária e que, no paciente com sinais hemodinâmicos estáveis prévios ao cuidado, independente da gravidade do paciente, o mesmo não precisa ser protelado. Porém, sugere-se uma nova pesquisa com uma amostra superior para reafirmar os dados encontrados. | pt_BR |
| URI (dc.identifier.uri) | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/8820 | |
| Nome da instituição (dc.publisher) | Universidade do Vale do Rio dos Sinos | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Alterações hemodinâmicas em pacientes críticos | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Banho de leito | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Centro de Tratamento Intensivo | pt_BR |
| Título (dc.title) | Banho de leito: detecção de alterações hemodinâmicas | pt_BR |
| Tipo de arquivo (dc.type) | TCC | pt_BR |
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