Da ética do indizível à função do silêncio no tractatus logico-philosophicus de Wittgenstein

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Nome da instituição

Universidade do Vale do Rio do Sinos

Departamento

Escola de Humanidades

Programa

Programa de Pós-Graduação em Filosofia

Agência de fomento

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Resumo

A presente dissertação analisa em que sentido Wittgenstein nos convida ao silêncio a partir de seu último aforismo no Tractatus logico-philosophicus 1921, que foi norteador deste trabalho: “Sobre o que não se pode falar, sobre isso deve-se calar.” . Observa-se que o silêncio ocupa um lugar de identidade, ou seja, será necessário guardá-lo, protegê-lo, pois é a partir do silêncio, para Wittgenstein, que será possível encontrar a “clareza” que se busca sobre o mau uso que se faz da linguagem. O silêncio é, portanto, o hiato entre o dito e o não-dito; nele estão contidas as condições de possibilidade para compreensão daquilo que está para ser dito, mas que só pode ser mostrado. Paradoxalmente, para Wittgenstein mais uma vez o silêncio representa a atitude, porque para ele o significado da vida não poderia ser suficiente ou logicamente explicado através de sistemas lógicos. Segundo tese de Wittgenstein, há um limite para a linguagem, ou seja, nossa linguagem é insuficiente e, portanto, seria necessário apelar a i


Tema (CNPq)

Ciências Humanas

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Dissertação

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