Uso da calorimetria indireta em paciente crítico

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Universidade do Vale do Rio dos Sinos

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Agência de fomento

Resumo

Objetivo: Revisar na literatura o uso da calorimetria indireta em pacientes críticos para avaliar o seu benefício. Metodologia: Foi realizado um estudo exploratório do tipo revisão bibliográfica. As referências foram coletadas da base de dados Lilacs, PubMed, Scielo. Esta revisão bibliográfica foi feita a partir de estudos com seres humanos, publicados nos últimos 10 anos, nos idiomas português, inglês e espanhol. Foram encontrados 220 artigos, sendo utilizados no total 5 artigos para a elaboração desta revisão. Resultados: Entre os 5 estudos selecionados, apenas 1 não evidenciaram uma difereça significativa entre a calorimetria indireta e fórmula preditiva. Os outros 4m artigos, demostraram diferença significativa entre o cálculo da necessidade energética mensurado pela calorimetria indireta e estimado pelas fórmulas preditivas. Conclusão: A calorimetria indireta é o mais confiável para pacientes críticos, uma vez que as fórmulas preditivas não foram desenvolvidas para todas as alterações metabólicas que estes pacientes apresentam. Como utiliza o O₂ inspirado e o CO₂ expirado, a calorimetria indireta apresenta um resultado mais confiável para pacientes críticos, porém o alto custo do aparelho dificulta a sua utilização nos hospitais.