Cartilha sobre vínculos parentais e idosos: instituição de longa permanência para idosos
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Em vários países, as populações estão envelhecendo. Estudos mostram que o número de pessoas idosas cresce em ritmo maior do que o número de pessoas que nascem acarretando um conjunto de situações que modificam a estrutura de gastos dos países em uma série de áreas importantes. No Brasil, o ritmo de crescimento da população idosa tem sido sistemático e consistente. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD 2013, o País contava com uma população de cerca de 26,1 milhões de pessoas de 60 anos ou mais de idade. O próprio conceito de envelhecimento é bastante complexo e não se atém meramente à questão de idade cronológica; é um processo que não se refere só às condições físicas e orgânicas de um sujeito, mas tem relação com o discurso social em que esse sujeito está inserido, a ideologia que permeia e se infiltra na relação desse sujeito com o seu próprio Eu, seus ideais e seus objetos. (ABRAS; SANCHES, 2004). Para Cabral (2007) existe um aspecto sobre o envelhecimento que requer atenção e do qual partiu e se desenvolveu todo o conceito a respeito da categoria velho, que é o fato de podermos verificar as transformações do corpo, com o passar dos anos e isso é inegável. Barbieri e Sarti (2007) afirmam que a inserção e a valorização do sujeito na sociedade passaram a se dar pela força de trabalho. O velho, ao não trabalhar, 4 começou a ser desvalorizado por ser considerado cidadão improdutivo, sendo a aposentadoria a marca da passagem do mundo do trabalho para a inatividade. Mesmo com o aumento da longevidade, há mudanças nos padrões de saúde. Idosos mais frágeis fazem com que a família busque Instituições de Longa Permanência para Idosos para um cuidado mais direto, com vínculos familiares ou não.
