Análise dos modelos digitais de elevação ASTER GDEM2 e SRTM com o modelo digital de terreno do projeto Radiografia da Amazônia
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A importância econômica da Amazônia para o país gerou a necessidade de um cuidado e reconhecimento aprofundado sobre todo o território da Floresta. A solução encontrada pelo Exército Brasileiro para mapear a área teve como base o uso de Radar de Abertura Sintética (SAR) Interferométrico na Banda X e na Banda P, gerando Modelos Digitais de Terreno (MDT) e Modelos Digitais de Superfície (MDS). Observando que, atualmente, muitos trabalhos utilizam modelos digitais de elevação para reconhecimento de áreas, foi selecionada uma região no interior do Estado do Amazonas, dentro do Município Fonte Boa para realizar uma comparação altimétrica entre três modelos digitais. Nesta abordagem, foram utilizados os MDE’s provenientes das missões Advanced Spacebine Thernal Emission and Reflection Radiometer Global Digital Elevation Model (ASTER GDEM2), Shuttle Radar Topography Mission (SRTM) e o Modelo Digital do Terreno - MDT do Projeto Radiografia da Amazônia, adquirido na Diretoria de Serviço Geográfico, disponível do Geoportal do Exército Brasileiro. A contribuição desta análise se dá no esclarecimento sobre estes três tipos de sensores e quais as variáveis que podem influênciar na viabilidade desses Modelos Digitais de Elevação ASTER GDEM 2 e SRTM na extração altimétrica de uma área sem Referência de Nível e com a formação vegetal da Floresta Amazônica em uma Escala de 1:50.000. Foi verificado que o Sensor SRTM não apresentou grande discrepância altimétrica em comparação com o MDT da Radiografia da Amazônia. Apesar dos diferentes tipos de Bandas dos dois Modelos Digitais e da resolução espacial do SRTM ser muito inferior, nesta área selecionada, ele pode ser utilizado em um trabalho que não exija precisão de dados, somente o modelamento de terreno. O Sensor ASTER GDEM2 não se adequou à área selecionada, apresentando grandes variações altimétricas.
