Convívío social de idosos institucionalizados: um estudo de caso

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Universidade do Vale do Rio dos Sinos

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Agência de fomento

Resumo

O tema “convívio social de idosos institucionalizados”, foi escolhido para o desenvolvimento deste trabalho pelo interesse do referencial teórico encontrado durante esta especialização, junto com a experiência profissional vivenciada na área geriátrica. A população brasileira está envelhecendo. Dados tem demonstrado o crescente número de indivíduos com mais de 60 anos; em 2025 o Brasil apresentará 30 milhões de indivíduos com idade superior a 60 anos, tornando o país a sexta população mundial em número de idosos (AREOSA, 2012). O envelhecimento traz consigo algumas transformações, podendo apresentar-se nas funções biológicas, funcionais, cognitivas, e até emocionais. Sendo este um processo natural, onde podem ocorrer algumas limitações, e por conseguinte uma ressignificação do indivíduo consigo e com o seu ambiente de convívio (WOLFF, 2009). É sabido que no processo do envelhecimento alguns idosos podem apresentar a necessidade de receber alguns cuidados mais especializados, e para algumas famílias, há uma dificuldade na prestação de cuidados a estes indivíduos; assim a internação (institucionalização) do idoso surge como uma alternativa no fornecimento dos cuidados (BULLA e MEDIONDO, 2004). Porém, de acordo com os mesmos autores, com esta decisão de institucionalização, os idosos encontram mudanças na sua vida cotidiana, onde passam a conviver com regras, normas e com um grupo desconhecido de pessoas, enfrentam o afastamento da família e do convívio social.