Assistive thinking: um modelo de gerenciamento de requisitos aplicado a tecnologias assistivas educacionais
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A criação de projetos de Tecnologias Assistivas (TA), no geral ainda é pouco difundida, o próprio termo é desconhecido pela grande maioria das pessoas. Esse certamente é um dos fatores que contribuem para o lento avanço nas criações de equipamentos e softwares que auxiliem pessoas com deficiência a conquistarem mais independência nas atividades cotidianas. Além disso, a falta de difusão de conhecimento nessa área contribui também para a presença de erros primários ou ainda, muitas iterações até se conseguir um resultado satisfatório da Tecnologia Assistiva criada. O Design Thinking (DT) em um contexto geral surge justamente para auxiliar na criação de produtos centrados no usuário e com o embasamento técnico multidisciplinar necessário que tais produtos demandam. O Assistive Thinking, modelo apresentado neste trabalho, propõe a utilização de conceitos de DT, aliados à Engenharia de Requisitos, ambos aplicados ao gerenciamento de Requisitos de Tecnologias Assistivas Educacionais, desde a concepção da ideia até a etapa final de aprovação de um protótipo, reunindo uma base de conhecimentos escalável, que cresce à medida que novos projetos façam uso do modelo. Este artigo reúne a fundamentação teórica utilizada para a criação do Assistive Thinking, explana suas etapas e relata a primeira iteração da aplicação deste em um projeto de TA.
