Foi a valsa que nos perdeu: a dança na construção de significações em romances de Machado de Assis
| Nível educacional (dc.audience.educationLevel) | Graduação | pt_BR |
| Orientador(a) (dc.contributor.advisor) | Pritsch, Eliana Inge | |
| Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes) | http://lattes.cnpq.br/0754417359711404 | pt_BR |
| Autor(a) (dc.contributor.author) | Welter, Márcia Rohr | |
| Curso (dc.curso) | Letras | pt_BR |
| Data de Disponibilização (dc.date.accessioned) | 2022-05-27T12:00:21Z | |
| dc.date.available (dc.date.available) | 2022-05-27T12:00:21Z | |
| Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued) | 2018-06-29 | |
| Resumo (dc.description.resumo) | A cidade do Rio de Janeiro, após a chegada da corte portuguesa, passou por um processo de europeização que difundiu novos hábitos junto à elite carioca. Nos bailes, espaços de divertimento e estreitamento de alianças, as danças de origem europeia, quadrilha, polca e valsa, passaram a ser consideradas os ritmos de prestígio social. Machado de Assis, envolvido com a vida social do século XIX, inscreveu, em seus romances, a representação dos salões cariocas e das danças em destaque do período. A despeito da importância da obra de Machado de Assis, são escassos os estudos a respeito da dança nas obras do escritor carioca. Dessa forma, o presente trabalho busca identificar as menções ao baile, à quadrilha e à valsa nos romances machadianos e depreender as possíveis contribuições de sentido desses ritmos para as narrativas. Para isso, adotam-se como base teórica os estudos de Wolfgang Iser (2002), que concebe o texto como um jogo, Regina Zilberman (1989), que afirma que o modo como a literatura se apropria de elementos do cotidiano e os reorganiza indicia seus contatos com a sociedade, e Vicent Jouve (2002), para quem a leitura não é uma atividade neutra. A partir de um procedimento indutivo de investigação bibliográfica, foi possível perceber que a quadrilha e a valsa instauram significações distintas. A quadrilha provoca reações de tédio e enfado, não atraindo as personagens, enquanto a valsa é empregada como instrumento de sedução e exibição pelas damas dos romances, como insinuação da triangulação amorosa e como desencadeadora de ciúmes. | pt_BR |
| URI (dc.identifier.uri) | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/11482 | |
| Nome da instituição (dc.publisher) | Universidade do Vale do Rio dos Sinos | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Machado de Assis | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Romances machadianos | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Dança | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Valsa | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Quadrilha | pt_BR |
| Título (dc.title) | Foi a valsa que nos perdeu: a dança na construção de significações em romances de Machado de Assis | pt_BR |
| Tipo de arquivo (dc.type) | TCC | pt_BR |
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