Prevalência de incontinência urinária em mulheres praticantes de exercícios físicos nas academias da cidade de Feliz-RS

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Graduaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)La Torre, Marcelo
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/6548414328595334pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Hahn, Camila Moreira
Curso (dc.curso)Educação Físicapt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2023-01-06T17:25:13Z
dc.date.available (dc.date.available)2023-01-06T17:25:13Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2021-12-06
Resumo (dc.description.resumo)Considerando que a prática de exercícios físicos é essencial para a manutenção da saúde física e mental do ser humano, pode-se dizer que tudo aquilo que acaba impedindo ou prejudicando a sua execução, acaba gerando prejuízos para a qualidade de vida (QV). Com isso, o objetivo do presente estudo é identificar a prevalência de incontinência urinária (IU) em mulheres praticantes de exercícios físicos das academias da cidade de Feliz/RS e a sua influência na qualidade de vida. A amostra foi intencional e não probabilística composta por 150 mulheres de 4 academias da cidade de Feliz/RS. As mulheres que concordaram em participar foram inicialmente submetidas a uma entrevista, na qual foram questionadas sobre a presença ou não de sintomas de IU, as entrevistadas que apresentaram sintomas de IU foram submetidas em uma segunda etapa ao questionário CONTILIFE®. Esse questionário permite que a pessoa atribua significado ao seu estado de saúde e quantifique o impacto da IU na sua qualidade de vida. Para tratamento estatístico foi utilizado o software SPSS 21.0, sendo realizado o teste t de student para comparar o impacto da incontinência urinária na qualidade de vida entre diferentes faixas etárias e a condição de nulíparas ou multíparas. O nível de significância adotado foi de 5% (α=0,05). Os resultados obtidos demonstraram que das 150 mulheres praticantes de exercício físico avaliadas, apenas 22 relataram sintomas de IU. Com relação ao impacto na qualidade de vida, 77,3% das mulheres com IU (n=22) relataram um baixo impacto da mesma na qualidade de vida. Dessa forma, foi observado que a IU não afeta de forma importante a qualidade de vida da amostra avaliada.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/12091
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Incontinência urináriapt_BR
Assunto (dc.subject)Qualidade de vidapt_BR
Assunto (dc.subject)Exercício físicopt_BR
Título (dc.title)Prevalência de incontinência urinária em mulheres praticantes de exercícios físicos nas academias da cidade de Feliz-RSpt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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