Aplicação da metodologia de perdas de crédito esperadas da IFRS 9 na indústria de serviços financeiros brasileira

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Graduaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Decourt, Roberto Frota
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/8877104687154282pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Pasquali, André Mergel
Curso (dc.curso)Ciências Contábeispt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2022-04-20T23:21:27Z
dc.date.available (dc.date.available)2022-04-20T23:21:27Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2018-12-05
Resumo (dc.description.resumo)A crise financeira ocorrida no final da década passada trouxe sérias repercussões sobre a estrutura de gerenciamento de risco estabelecida pelo sistema financeiro internacional. Constatou-se que os modelos adotados à luz da instrução contábil IAS 39 não foram capazes de refletir, mensurar o real risco de transações mantidas pelas instituições financeiras em seus balanços. Em resposta às fragilidades evidenciadas, os boards de práticas financeiras e contábeis, notadamente o US Financial Accounting Standards Board (FASB) e o International Accounting Standards Board (IASB), emitiram novas normas à serem adotadas pelos bancos. O IASB emitiu a IFRS 9, com efeito a partir de 1 de janeiro de 2018, enquanto a nova norma do FASB está prevista para 1 de janeiro de 2020. O trabalho efetua um paralelo entre o modelo proposto e o modelo anterior no que tange a perda do valor recuperável (impairment), visto que essa é a principal alteração contábil, dentro do risco de crédito. Com o objetivo de justificar a existência de um novo modelo de mensuração do impairment de risco de crédito, o presente trabalho obteve as demonstrações financeiras de doze instituições financeiras do Brasil por total de ativo do período de 2014 até 2017 e aplicou a nova metodologia divulgada na IFRS 9 de forma retrospectiva. A resultante foi o montante de provisão calculado com base na nova metodologia. O resultado foi então comparado ano a ano com a metodologia da IAS 39. Concluiu-se que a metodologia da IFRS 9 tende a ser mais conservadora e aumentar a provisão na média em 1,99% no exercício comparado com a IAS 39 conforme esperado com a implementação do novo modelo. Em relação ao modelo regulatório já existente no Brasil, baseado na Resolução CMN nº 2.682/99, o impacto tende a ser menor do que a provisão existente calculada pela metodologia do Banco Central, embora ainda sim superior em um percentual médio de 0,93% ao longo dos quatro anos observados.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/11169
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Gerenciamento de riscopt_BR
Assunto (dc.subject)Risco de créditopt_BR
Assunto (dc.subject)Práticas contábeispt_BR
Assunto (dc.subject)IFRSpt_BR
Assunto (dc.subject)Contabilidade financeirapt_BR
Título (dc.title)Aplicação da metodologia de perdas de crédito esperadas da IFRS 9 na indústria de serviços financeiros brasileirapt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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