Autonomia em Kant e alteridade em Levinas, um diálogo (im)possível para uma ética necessária

Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Ruiz, Castor Mari Martin Bartolomé
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/0894404184863986pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Kunzler, Merci Therezinhapt_BR
Autor(a) Lattes (dc.contributor.authorLattes)http://lattes.cnpq.br/7198306067604780pt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2015-03-04T21:02:35Z
dc.date.available (dc.date.available)2015-03-04T21:02:35Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2008-03-27
Abstract (dc.description.abstract)The ethical matter traverses the life of the human being and, according to Kant, if there is an absolute reality worldwide, it is the reality of our moral sense, of the ethical obligation which leads our conscience to distinguish between the right and the wrong. The Kant ethics consists on the discovery of the individual as value, and in his action as the one who is responsible for practicing his duties. It is called “duty - to be” moral, formed by a set of principles and behavior rules, emerged from universal maxima. For him, the ethics is an experience of the autonomy of the individual who is governed by a pratical reason, by allowing the construction of a universal law. Kant thinks a finite ethics which involves a duty and corresponds to a human being capable to autonomy and, for that reason, worthy of respect. On the other hand, Levinas introduces the alterity concept to base his ethical project, which is based on the exteriority, it means, the moral responsibility comes to us from outside, from the othen
Resumo (dc.description.resumo)A questão ética permeia a vida do ser humano e, segundo Kant, se há uma realidade absoluta neste mundo, esta é a realidade de nosso senso moral, da obrigação ética que conduz a nossa consciência para distinguir entre o certo e o errado. A ética kantiana consiste na descoberta do sujeito como valor e na ação do mesmo como responsável pela prática dos seus deveres. É a chamada moral do dever-ser, formada por um conjunto de princípios e regras comportamentais, deduzidas de máximas universais. Para ele, a ética é uma experiência da autonomia do sujeito que é governado por uma razão prática, permitindo a construção de uma lei universal. Kant pensa uma ética finita que envolve um dever e corresponde a um ser humano capaz de autonomia e, por isso, digno de respeito. Por outro lado, Levinas introduz o conceito de alteridade para embasar o seu projeto ético, que se funda na exterioridade, ou seja, a responsabilidade moral nos vem de fora, do outro, nosso próximo. Ele faz uma inversão radical, substituindo o ser pelopt_BR
Agência de fomento (dc.description.sponsorship)Bolsa para curso e programa de Pós Graduaçãopt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/2055
Idioma (dc.language)pt_BRpt_BR
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio do Sinospt_BR
País da Instituição (dc.publisher.country)Brasilpt_BR
Departamento (dc.publisher.department)Escola de Humanidadespt_BR
Sigla da Instituição (dc.publisher.initials)UNISINOSpt_BR
Programa (dc.publisher.program)Programa de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
Direitos de acesso ao documento (dc.rights)openAccesspt_BR
Assunto (dc.subject)alteridadept_BR
Assunto (dc.subject)autonomiapt_BR
Assunto (dc.subject)Kantpt_BR
Assunto (dc.subject)Levinaspt_BR
Assunto (dc.subject)éticapt_BR
Assunto (dc.subject)alterityen
Assunto (dc.subject)autonomyen
Assunto (dc.subject)ethicen
Tema (CNPq) (dc.subject.cnpq)Ciências Humanaspt_BR
Título (dc.title)Autonomia em Kant e alteridade em Levinas, um diálogo (im)possível para uma ética necessáriapt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)Dissertaçãopt_BR

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