A aplicação do princípio da insignificância pela autoridade policial no crime de furto

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Graduaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Lopes, Fábio Motta
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/5104034905094499pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Hennig, Christine
Curso (dc.curso)Direitopt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2022-04-13T19:35:56Z
dc.date.available (dc.date.available)2022-04-13T19:35:56Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2019-12-02
Resumo (dc.description.resumo)A aplicação do princípio da insignificância pela autoridade policial é hipótese controvertida na doutrina e jurisprudência pátrias. O princípio em estudo caracteriza se como sendo implícito no ordenamento jurídico vigente e deve observar os requisitos estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal. O instituto será aplicado quando a conduta perpetrada pelo agente carecer de tipicidade material. O Direito Penal deve ser aplicado apenas em infrações penais que lesem de forma significativa o bem jurídico tutelado pela norma. O delegado de polícia é a autoridade policial que instaura o inquérito policial e lavra o auto de prisão em flagrante, possuindo independência funcional e convicção técnico-jurídica em seu ofício. Cotidianamente, a autoridade policial examina furtos manifestamente bagatelares, lavrando auto de prisão em flagrante ou instaurando inquérito policial, levando adiante procedimentos policiais natimortos desde antes de serem encaminhados ao judiciário. Sob esse enfoque, a presente monografia analisa a possibilidade do reconhecimento do princípio da insignificância pelo delegado de polícia em subtrações reconhecidas de forma pacífica como sendo insignificantes, refletindo sobre a atuação dessas autoridades na atual conjuntura judiciária brasileira. Utilizou-se na investigação o método hipotético-dedutivo, averiguando as principais posições doutrinárias e jurisprudenciais sobre o assunto. A partir deste contexto, pretendeu-se demonstrar que o delegado de polícia detém poder discricionário ao realizar o controle da legalidade do caso concreto a ele apresentado e, atuando de forma imparcial no feito, possui atribuição para deixar de iniciar à persecução penal estatal perante uma conduta que tanto a doutrina como a jurisprudência acatam de forma pacífica a aplicação do princípio da insignificância.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/11072
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Princípio da insignificânciapt_BR
Assunto (dc.subject)Insignificância na fase policialpt_BR
Assunto (dc.subject)Insignificância no furtopt_BR
Título (dc.title)A aplicação do princípio da insignificância pela autoridade policial no crime de furtopt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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