Estresse térmico na construção civil: avaliação do tempo de inatividade da mão de obra e seu impacto econômico e operacional
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Este artigo aborda o desafio representado pelo estresse térmico na indústria da construção civil, enfatizando a importância de monitorar e controlar a exposição dos trabalhadores às condições extremas de temperatura para garantir sua saúde, segurança e produtividade. Utilizando o Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo (IBUTG) como ferramenta de avaliação, o estudo se concentra em quantificar o tempo de inatividade da equipe de execução de estruturas de concreto armado devido às pausas necessárias para controle do estresse térmico em um canteiro de obras específico. A pesquisa visa determinar como essas interrupções impactam a jornada diária, mensal e anual de trabalho, além de analisar as repercussões nos custos laborais e nos prazos de execução das atividades. O objetivo é fornecer dados que permitam às equipes de gestão de empresas de construção civil incorporar adequadamente os períodos de pausa no orçamento e no planejamento das obras, assegurando condições de trabalho favoráveis e a saúde e segurança dos trabalhadores desde o início do projeto.
