Como os alunos dos anos iniciais veem a leitura e a escrita? Uma problematização da escola contemporânea e os modos de subjetivação

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Graduaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Schuler, Betina
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/5324014715865436pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Freitas, Carine Araujo Nunes de
Curso (dc.curso)Pedagogiapt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2023-04-17T17:42:50Z
dc.date.available (dc.date.available)2023-04-17T17:42:50Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2019-06-26
Resumo (dc.description.resumo)Vivenciando a leitura e a escrita operadas na escola contemporânea, me coloquei a pensar sobre como os alunos as percebiam. A partir desta inquietação, elaborei o seguinte problema de pesquisa: qual o sentido de ler e escrever para os alunos dos anos iniciais do ensino fundamental de escolas públicas e como implicam em específicos modos de subjetivação? Para colocar essa problematização em movimento, busquei examinar o sentido de ler e escrever para os alunos dos anos inicias do ensino fundamental de escolas públicas; descrever o quê e como estes alunos leem e escrevem nas escolas e, ainda, problematizar esses sentidos atribuídos pelos alunos e a constituição de modos de subjetivação. Para tanto, contextualizei historicamente como se chegou a escola que temos hoje, trazendo problematizações quanto à escola contemporânea. Do mesmo modo, contextualizei a leitura e a escrita na escola e como vem sendo operada na atualidade, embasada por autores pós-estruturalistas, tais como: Sibilia, Larrosa, Veiga-Neto, Schuler, Ó, Ordine, entre outros. Para ir em busca desses objetivos, realizei três grupos focais com alunos de quartos e quintos anos de duas escolas públicas municipais, sendo uma de grande porte e outra de pequeno porte. Ao analisar as narrativas realizadas nesses grupos focais, pude identificar algumas regularidades, sendo que elenquei dois pontos como sendo de maior relevância para o exame nesta pesquisa. O primeiro trata da leitura e da escrita operadas na escola pela ótica da duplicação, utilidade e prazer e como irão implicar em modos de existência que apenas confirmam o que já sabem e o que já são. O segundo vai problematizar as escolhas literárias desses alunos, que são influenciadas pelos youtubers e a força mercadológica operada neste contexto. Para realizar essa análise, além dos autores já mencionados anteriormente, foi necessário a busca por mais bibliografias. Portanto, utilizei também Corbellini, Pereira, Moraes, Han e Silva. Deste modo, essas práticas operadas a partir de uma utilidade pragmática, da repetição automatizada, mas também tendo como referência de leitura os youtubers vem produzindo uma relação acelerada com a leitura, a partir de estímulos automatizados, fortemente atravessadas pela perspectiva do marketing que confirma o que somos e o que nos interessa, produzindo o leitor como um cliente a consumir informação, deixando pouco espaço para a leitura como contemplação, como formação e experiência.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/12352
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Leitura e escritapt_BR
Assunto (dc.subject)Escolapt_BR
Assunto (dc.subject)Escritapt_BR
Assunto (dc.subject)Subjetivaçãopt_BR
Assunto (dc.subject)Utilidadept_BR
Assunto (dc.subject)Youtuberspt_BR
Título (dc.title)Como os alunos dos anos iniciais veem a leitura e a escrita? Uma problematização da escola contemporânea e os modos de subjetivaçãopt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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