Apesar do cativeiro. Família escrava em Santo Antônio da Patrulha (1773-1824)

Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Moreira, Paulo Roberto Staudt
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/7416066730700319pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Santos, Sherol dospt_BR
Autor(a) Lattes (dc.contributor.authorLattes)http://lattes.cnpq.br/0353275559401793pt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2015-03-03T19:30:54Z
dc.date.available (dc.date.available)2015-03-03T19:30:54Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2009-04-06
Abstract (dc.description.abstract)The relations between slave and Mr. had always generated controversies in the historiografia. Some more “conservatives” then others, everybody admits that for more “severe” the escravista system seems to be, we cannot exclude his agents movement. No trajectory, either individual or in group, can be analyzed from its norms. Restore to normal the individual attitudes, making tham loosing its individual character of destination and start to have typical behaviors of a defined group, prevents the attempt to reconstruct historical and social contexts. Based in this premisses this work has been desenvolved, searching to perceive how the first settlers of the Great River, established in the region of Saint Antonio of the Patrol, has related with their slaves. This work also intends to analyze the region that enclosed the clientele of Saint Antonio of the Patrol black community (captive or not), in the period of 1773 the 1824, focusing the familiar bows establishment and the kinship nets constitution. We will point oen
Resumo (dc.description.resumo)As relações escravo-senhor sempre geraram controvérsias na historiografia. Mais “conservadores” ou não todos admitem que por mais “severo” que o sistema escravista possa parecer, não podemos excluir o movimento de seus agentes. Nenhuma trajetória, seja ela individual ou de grupo, pode ser analisada a partir de suas normas. Normatizar as atitudes dos indivíduos, fazendo com que eles percam seu caráter de destino individual e passem a ter comportamentos típicos de um determinado grupo, nos impede a tentativa de reconstruir contextos históricos e sociais. Com base nestas premissas se desenvolve este trabalho, que busca perceber como os primeiros povoadores do Rio Grande, estabelecidos na região de Santo Antônio da Patrulha, se relacionavam com seus escravos. E pretende analisar a comunidade negra (cativa ou não) da região que abrangia a freguesia de Santo Antônio da Patrulha, no período de 1773 a 1824, enfocando o estabelecimento de laços familiares e a constituição de redes de parentesco. Trataremos com destaqupt_BR
Agência de fomento (dc.description.sponsorship)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/1875
Idioma (dc.language)pt_BRpt_BR
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio do Sinospt_BR
País da Instituição (dc.publisher.country)Brasilpt_BR
Departamento (dc.publisher.department)Escola de Humanidadespt_BR
Sigla da Instituição (dc.publisher.initials)UNISINOSpt_BR
Programa (dc.publisher.program)Programa de Pós-Graduação em Históriapt_BR
Direitos de acesso ao documento (dc.rights)openAccesspt_BR
Assunto (dc.subject)compadriopt_BR
Assunto (dc.subject)família escravapt_BR
Assunto (dc.subject)escravidãopt_BR
Assunto (dc.subject)compadrioen
Assunto (dc.subject)enslaved familyen
Assunto (dc.subject)slaveryen
Tema (CNPq) (dc.subject.cnpq)Ciências Humanaspt_BR
Título (dc.title)Apesar do cativeiro. Família escrava em Santo Antônio da Patrulha (1773-1824)pt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)Dissertaçãopt_BR

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