O quebra-cabeça da cultura lúdica: lugares, parcerias e brincadeiras das crianças: desafios para políticas da infância
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Esta tese trata de uma pesquisa etnográfica realizada com um grupo de crianças de uma escola pública num bairro popular de Pelotas, Rio Grande do Sul. O foco da investigação foi a análise de como se expressa a cultura lúdica do ponto de vista das crianças no contexto do recreio e no contexto casa-rua. A opção pela abordagem socioantropológica inclui o diálogo com a História, a Educação, a Educação Física e as Artes Visuais. Os principais instrumentos de pesquisa utilizados foram: as observações participantes, as entrevistas conversadas e as fotografias. A análise dos dados fundamentou-se nos eixos teóricos que articulam o lúdico, as culturas da infância e a cultura lúdica. Desta análise, definiram-se as categorias: sentidos do recreio; brincadeiras, parcerias e lugares; o quê/quem favorece e/ou atrapalha as brincadeiras; e as seguintes subcategorias: espaço, relações de gênero e mudanças; repertório de brincadeiras; crianças/animais/adultos; casa, rua e mudanças. O recreio, enquanto tempo e espaço de produ
