Emotions and the oral development of teenage students of english as an additional language
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A aprendizagem de línguas adicionais e sua relação com as emoções tem sido um tópico de pesquisa contínuo ao longo das últimas décadas, e tem sido discutido por muitos autores (ARAGÃO, 2007, 2008, 2011, 2017; ARNOLD, BROWN, 1999; ARNOLD, 2011; BARCELOS, 2006, 2015; ROSIEK, 2003; VYGOTSKY, 1997 (publicado originalmente em 1926); VYGOTSKY, VAN DER VEER, VALSINER, 1994). Ademais, autores também realizaram vastas pesquisas a respeito da ansiedade na aprendizagem de línguas (GREGRERSEN, HORWITZ, 2002; GREGERSEN, 2003; ELAINE HORWITZ, MICHAEL HORWITZ, JOAN COPE, 1986; HORWITZ, 2001; SILVEIRA, 2020; YOUNG, 1991) nos campos da Educação e da Linguística Aplicada. Outro tópico de pesquisa popular é o conceito de perezhivanie (MOK, 2017; VERESOV, 2019; VYGOTSKY, 1994), que pode não possuir uma tradução literal e exata, mas é frequentemente traduzido como “experiência emocional”. Nesse sentido, o presente estudo tem por objetivo analisar: (a) quais práticas pedagógicas parecem promover emoções que prejudicam ou melhoram o desenvolvimento oral dos aprendizes; (b) se (e como) estudantes adolescentes de Inglês tentam superar suas emoções negativas quando se comunicam na língua alvo. Os procedimentos metodológicos incluíram a elaboração de colagens pelos participantes, bem como entrevistas semiestruturadas relacionadas às colagens e às experiências emocionais dos participantes. Os resultados apontam para o nível de consciência dos alunos em relação às suas próprias emoções, bem como para uma conexão próxima entre as emoções dos alunos e atividades que permitam o andaimento emocional.
