Organização das unidades de atenção básica para o atendimento às pessoas com feridas do Município de Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Especializaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Marques, Giselda Quintana
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/8167414862001219pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Fantuzzi, Vanessa Maciel
Curso (dc.curso)Especialização em Enfermagem em Estomaterapiapt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2021-11-24T12:13:40Z
dc.date.available (dc.date.available)2021-11-24T12:13:40Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2011-01-01
Resumo (dc.description.resumo)A ferida pode ser definida como resultado de ilimitada variedade de injúrias traumáticas, isquêmicas, cirúrgicas ou pressóricas que agridem a estrutura histofisiológica do tecido tegumentar. Acometem a população de forma geral, independente de sexo, idade ou etnia e se constituem um sério problema de saúde pública. O estudo tem por objetivo discutir a organização das unidades de atenção básica de Porto Alegre para o atendimento de pessoas com feridas. Trata-se de um estudo epidemiológico do tipo descritivo e exploratório, com abordagem quantitativa e delineamento transversal. Foram estudadas 50 unidades de saúde, sendo 21 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 29 de Estratégia de Saúde da Família (ESF). Foram seguidas as normas de pesquisa da Resolução Nº 196/96. Os resultados são apresentados contendo as principais características das unidades estudadas, os materiais disponibilizados para o cuidado e a assistência prestada às pessoas com feridas. Todas as unidades estudadas são públicas, 96% possui sala de curativos, com atendimento diário e horário livre e o acesso aos cuidados é feito por demanda espontânea. Todas as unidades dispõem de materiais e insumos para realização de curativos, com regularidade no fornecimento de insumos. A assistência prestada pelas enfermeiras é feita pela avaliação da lesão em 72% das unidades, desbridamento em 38%, realização do curativo em 86% e grupos de educação em saúde para as pessoas com feridas crônicas, em 8% das unidades. As ESF parecem estar mais organizadas pra o atendimento do que as UBS. Sugere-se a elaboração de protocolos para avaliação das feridas e aprofundamento do tema com novos estudos.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/10667
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Ferimentos e lesõespt_BR
Assunto (dc.subject)Atenção primária à saúdept_BR
Assunto (dc.subject)Enfermagempt_BR
Título (dc.title)Organização das unidades de atenção básica para o atendimento às pessoas com feridas do Município de Porto Alegre, Rio Grande do Sulpt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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