Redes sociais e boatos: um estudo sobre o caso Marielle Franco

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Universidade do Vale do Rio dos Sinos

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Agência de fomento

Resumo

A disseminação de boatos ganhou uma nova feição a partir da circulação em rede. Neste contexto, a pesquisa visa investigar as construções de sentidos gerados em torno do caso Marielle Franco a partir da circulação de notícias falsas originárias de um comentário produzido no site de rede social Facebook por uma fonte oficial. Os boatos que sucederam o assassinato da vereadora carioca foram construídos a partir de complexas imbricações entre o campo jornalístico e atores sociais midiatizados. Para dar conta desse processo, abordamos o conceito de boato, redes sociais e processos circulatórios a partir da ótica de autores como Jean Kapferer (1987), Luiz Carlos Iasbeck (2000), Nicholas DiFonzo (2009), Raquel Recuero (2009), Antonio Fausto Neto (2010), Gabriela Zago (2014) e José Luiz Braga (2012). A análise sugere o lugar da rede, e do próprio campo jornalístico, enquanto ambientes que se fundem em torno de informações falsas que circulam em múltiplos circuitos, bem como de conteúdos que geram inteligibilidade em torno dessas mesmas fake news.


Tema (CNPq)

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TCC

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