Aptidão física relacionada ao desempenho esportivo em escolares entre 7 e 12 anos pós pandemia

Nível educacional (dc.audience.educationLevel)Graduaçãopt_BR
Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Oliveira, José Leandro Nunes de
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/7781559100926385pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Auler, Carla Thaíse
Curso (dc.curso)Educação Físicapt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2023-01-09T18:22:07Z
dc.date.available (dc.date.available)2023-01-09T18:22:07Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2022-06-21
Resumo (dc.description.resumo)Este estudo trata sobre a aptidão física relacionada ao desempenho esportivo em escolares entre 7 e 12 anos pós pandemia. Para tanto, foi realizada uma pesquisa de cunho quantitativo, na qual foram realizados testes e retestes físicos com os escolares envolvendo 88 alunos do 3°, 4° e 5° ano do Ensino Fundamental de um colégio da cidade de Feliz/RS. O estudo em questão teve como objetivo analisar as alterações no desempenho esportivo de aptidão física de escolares entre 7 e 12 anos pós pandemia no Colégio Jacob Milton Bennemann da cidade de Feliz, RS. A pesquisa tem uma amostra probabilística do tipo sistemática e foi utilizado o cálculo de amostras finitas. O instrumento de coleta de dados é uma bateria de testes do Proesp (Projeto Esporte Brasil – UFRS) utilizada para avaliar a aptidão física e o desempenho esportivo em crianças e adolescentes. A coleta dos dados nos revelou que as amostras, tantos masculinas quanto femininas, apresentaram diferenças significativas entre o teste e o reteste nos testes flexibilidade e força de membros superiores. Os resultados dos meninos mostram que a categoria “muito bom” teve a maior prevalência nos retestes: ABD (30,95%) e FMS (50%). A categoria “excelente”, como era esperado, teve as menores prevalências nos retestes masculinos de FMS (7,14%), VEL (2,38%), FLEX (0%), FMI (0%) e ABD (2,38%), respectivamente. Os resultados das meninas foram semelhantes aos dos meninos, onde a categoria “muito bom” teve a maior prevalência nos retestes: VEL (30,43%) e FMS (65,21%). A categoria “excelente” teve as menores prevalências nos retestes femininos de VEL (2,17%), ABD (0%), FLEX (0%) e FMI (0%), respectivamente. Conclui-se então que é importante realizar mais planejamentos de aulas em relação a melhora das capacidades físicas velocidade, resistência e força de membros inferiores, buscando formar crianças e jovens, com condições de saúde adequadas e com um bom desenvolvimento das suas capacidades desportivas, para que no futuro tornem-se adultos saudáveis que previnem o desencadeamento de diferentes doenças de causa hipocinética.pt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/12100
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
Assunto (dc.subject)Desempenho esportivopt_BR
Assunto (dc.subject)Aptidão físicapt_BR
Assunto (dc.subject)Escolarespt_BR
Assunto (dc.subject)Pandemiapt_BR
Assunto (dc.subject)Testes Proesppt_BR
Título (dc.title)Aptidão física relacionada ao desempenho esportivo em escolares entre 7 e 12 anos pós pandemiapt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)TCCpt_BR

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