Alternância de código “dialeto alemão x português" em capela do rosário (São José do Hortêncio/RS)
| Nível educacional (dc.audience.educationLevel) | Graduação | pt_BR |
| Orientador(a) (dc.contributor.advisor) | Bredemeier, Maria Luísa Lenhard | |
| Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes) | http://lattes.cnpq.br/3775491336986270 | pt_BR |
| Autor(a) (dc.contributor.author) | Staudt, Karine Raquel | |
| Curso (dc.curso) | Letras | pt_BR |
| Data de Disponibilização (dc.date.accessioned) | 2022-05-27T11:29:20Z | |
| dc.date.available (dc.date.available) | 2022-05-27T11:29:20Z | |
| Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued) | 2018-06-21 | |
| Resumo (dc.description.resumo) | A ideia de realizar esta pesquisa surgiu da vontade de valorizar e, portanto, deixar mais um registro da história das comunidades de origem alemã, dos imigrantes e seus descendentes no Rio Grande do Sul. Para tanto, foi dado destaque ao dialeto alemão que essas pessoas falavam e ainda é falado atualmente, o Hunsrückisch. O lugar escolhido para realizar a pesquisa é uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul, denominada São José do Hortêncio, mais especificamente, a pesquisa foi realizada em um de seus bairros, Capela do Rosário. Nesse lugar, as famílias recebem a visita mensal de uma agente de saúde que presta serviços básicos de prevenção. Foram escolhidas seis famílias para participar da pesquisa, todas são bilíngues, falam o português e o dialeto alemão. Durante a visita da agente de saúde, o diálogo empregado pelos participantes foi gravado e, após, analisado. Essa pesquisa tem como objetivos: analisar quando essas pessoas usam o dialeto para se comunicarem, em que situações usam o português para a comunicação e, por fim, em que momentos utilizam ambas as línguas. Além da gravação dos diálogos, também foi escrito um diário de campo e foram realizadas entrevistas com os participantes da pesquisa sobre a biografia linguística deles. Os principais resultados da pesquisa apontam que acontece a alternância de códigos durante as visitas da agente de saúde às famílias. Mas ela acontece em menor quantidade do que era esperado. Na maioria dos momentos em que a alternância de código acontece, é por meio da agente de saúde, que usa o dialeto para se comunicar melhor com as pessoas e, também, como uma maneira de se aproximar delas. No geral, os diálogos acontecem da seguinte maneira: a agente de saúde fala em português e as pessoas respondem em alemão. | pt_BR |
| URI (dc.identifier.uri) | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/11479 | |
| Nome da instituição (dc.publisher) | Universidade do Vale do Rio dos Sinos | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Imigrantes | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Alemães | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Dialeto | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Agente de saúde | pt_BR |
| Assunto (dc.subject) | Alternância de código | pt_BR |
| Título (dc.title) | Alternância de código “dialeto alemão x português" em capela do rosário (São José do Hortêncio/RS) | pt_BR |
| Tipo de arquivo (dc.type) | TCC | pt_BR |
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