Walter Banjamin e a Melancolia

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Nome da instituição

Universidade do Vale do Rio do Sinos

Departamento

Escola de Humanidades

Programa

Programa de Pós-Graduação em Filosofia

Agência de fomento

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Resumo

Trataremos aqui da melancolia encerrada em um movimento cultural distinto, o Barroco. Mas é preciso lembrar que este tipo de delimitação, apesar de ser identificado como um lapso temporal específico, não corresponde apenas à história, mas revela uma idéia, o que deixa entrever o espaço para as manifestações plenas de barroquismo em outras épocas, como a nossa, e auxilia na justificativa da escolha deste tema como ponto de partida para a compreensão da subjetividade moderna. O Barroco inaugura uma idéia que ainda é a nossa, dividida entre o referencial cristão e helenista, onde, através da dimensão da culpa e do luto, temos presentificada nossa fragilidade. Em nós há a alegoria e a melancolia, esta para dizer que o mundo não tem sentido e aquela para dizer que só através dela conseguiremos ter acesso às coisas cuja exatidão nunca encontraremos. O homem barroco se faz de uma mescla da Idade Média e do Renascimento dos ideais Clássicos, e esta dicotomia, com todos os conflitos psicológicos, filosóficos, estético


Tema (CNPq)

Ciências Humanas

Tipo de arquivo

Dissertação

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