“Tudo para todos”. Um estudo comparado de princípios e de práticas cooperativas: de Pigüé (BS AS) e Nova Petrópolis (RS) (1898-1920)

Orientador(a) (dc.contributor.advisor)Harres, Marluza Marques
Lattes Orientador(a) (dc.contributor.advisorLattes)http://lattes.cnpq.br/5437421530403034pt_BR
Autor(a) (dc.contributor.author)Salatino, Alba Cristina Couto dos Santos
Autor(a) Lattes (dc.contributor.authorLattes)http://lattes.cnpq.br/0200151757362632pt_BR
Data de Disponibilização (dc.date.accessioned)2019-02-27T14:01:04Z
dc.date.available (dc.date.available)2019-02-27T14:01:04Z
Data da defesa / Data do evento (dc.date.issued)2018-08-10
Abstract (dc.description.abstract)La propuesta de esta tesis de doctorado es estudiar la formación de los principios y prácticas cooperativas por medio del estudio de los casos de la cooperativa El Progreso Agrícola de Pigüé y Caixa de Economia e Empréstimo Amstad, durante las primeras dos décadas del siglo XX. Estas experiencias de cooperativa se dieron en áreas de colonización agrícola, respectivamente en la provincia de Buenos Aires (Argentina) y en el estado del Rio Grande do Sul (Brasil), entre los años de 1898 y 1902. El método comparativo posibilitó la discusión y el cuestionamiento de la visión hegemónico sobre el cooperativismo en cada uno de estos países, tratando de observar las particularidades del fenómeno cooperativo. En especial cuando el análisis llega hasta la percepción de una circulación de la cultura y de las ideas, teniendo en mente que el propio movimiento cooperativo fue concebido años antes de la creación de cada una de esas cooperativas, percibimos una "mitificación" de los principios ingleses. En particular problematizamos el pensamiento asociativo de algunos socialistas europeos durante el siglo XIX, los cuales también dieron origen al cooperativismo. Analizamos cuales pensadores, y en que medida, influenciaron las experiencias que se llevaron a cabo por los inmigrantes franceses y alemanes que se instalaron en América del Sur. Elementos como el humanismo, la solidaridad e la colectividad impulsaron las experiencias asociativas, contraponiéndose al contexto social de aquella época, es decir el capitalismo y el creciente individualismo. Sin embargo, el cooperativismo no es un movimiento social homogéneo desde sus orígenes. Dentro de este existen concepciones de asociación, de cooperación y de sociedad divergentes. Analizamos cual modelo cooperativo cada uno de las instituciones que estudiamos utilizó ante el contexto latinoamericano, poniendo atención a las adaptaciones y reformulaciones de las experiencias europeas. La predominancia de los principios de los Pioneros de Rochdale, todavía existente dentro del movimiento cooperativo, debe de entenderse como parte del movimiento de la Alianza Cooperativa Internacional para formalizar la definición de cooperativa con el objetivo de internacionalizar y institucionalizar tales iniciativas. El proceso simultáneo de creación de cooperativas, de diferentes principios y prácticas cooperativas en las colonias tanto brasileñas como argentinas nos muestra que la experiencia inglesa fue importante en un determinado contexto y, principalmente, para un tipo de cooperación, la del consumo. Por medio de estudios de casos es posible observar diferentes expresiones de cooperativas, valorando incluso los posicionamientos y interpretaciones hechas a la idea de organización asociativa/cooperativa de cada grupo sociales
Resumo (dc.description.resumo)A proposta desta tese é estudar a constituição dos princípios e práticas cooperativas, a partir dos estudos de caso da El Progreso Agrícola de Pigüé e da Caixa de Economia e Empréstimo Amstad, nas primeiras duas décadas do século XX. Essas experiências cooperativas foram forjadas em áreas de colonização agrícola, na província de Buenos Aires (Argentina) e no estado do Rio Grande do Sul (Brasil), entre 1898 e 1902, respectivamente. O método comparado possibilitou discutir e questionar a visão hegemônica do cooperativismo em cada um dos países, buscando perceber as particularidades do fenômeno cooperativo. Sobretudo, quando a análise estende-se à percepção de circulação de cultura e ideias, tendo em vista o próprio movimento cooperativo sendo forjado anos antes da criação de cada cooperativa, percebemos uma “mitificação” dos princípios ingleses. Em especial, problematizamos o pensamento associativo de alguns socialistas no século XIX europeu, os quais também deram origem ao cooperativismo. Analisamos em que medida e quais pensadores influenciaram as experiências que foram colocadas em prática pelos imigrantes franceses e alemães que se instalaram no Sul da América. Elementos como o humanismo, a solidariedade e a coletividade impulsionaram experiências associativas, contrapondo-se ao contexto social daquela época, do capitalismo e do individualismo crescente. No entanto, o cooperativismo não é um movimento social homogêneo, desde suas origens. Há, no seu interior, concepções de associação, de cooperação e de sociedade diferentes. Analisamos que modelo cooperativo as instituições aqui estudadas assumiram diante do contexto latino-americano, considerando as adaptações e remodelações das experiências europeias. A predominância dos princípios dos Pioneiros de Rochdale, estabelecida ainda hoje no movimento cooperativo, deve ser entendida como parte do movimento da Aliança Cooperativa Internacional, a qual busca formalizar a definição de uma cooperativa para internacionalizar e institucionalizar tais iniciativas. A simultaneidade da criação de cooperativas, de diferentes princípios e práticas cooperativas nas colônias, brasileiras e argentinas, nos mostra que aquela experiência inglesa foi importante para um determinado contexto e, principalmente, para um tipo de cooperação, a de consumo. Mediante os estudos de caso, é possível olhar para as diferentes expressões cooperativas, valorizando, inclusive, posicionamentos e interpretações que cada grupo social deu à organização associativa-cooperativa.pt_BR
Agência de fomento (dc.description.sponsorship)Nenhumapt_BR
URI (dc.identifier.uri)http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/7612
Idioma (dc.language)pt_BRpt_BR
Nome da instituição (dc.publisher)Universidade do Vale do Rio dos Sinospt_BR
País da Instituição (dc.publisher.country)Brasilpt_BR
Departamento (dc.publisher.department)Escola de Humanidadespt_BR
Sigla da Instituição (dc.publisher.initials)Unisinospt_BR
Programa (dc.publisher.program)Programa de Pós-Graduação em Históriapt_BR
Direitos de acesso ao documento (dc.rights)openAccesspt_BR
Assunto (dc.subject)Cooperativismopt_BR
Assunto (dc.subject)Práticas cooperativaspt_BR
Assunto (dc.subject)Rio Grande do Sulpt_BR
Assunto (dc.subject)Buenos Airespt_BR
Assunto (dc.subject)Comparaçãopt_BR
Assunto (dc.subject)Cooperativismoes
Assunto (dc.subject)Prácticas cooperativases
Assunto (dc.subject)Rio Grande do Sules
Assunto (dc.subject)Buenos Aireses
Assunto (dc.subject)Comparaciónes
Tema (CNPq) (dc.subject.cnpq)ACCNPQ::Ciências Humanas::Históriapt_BR
Título (dc.title)“Tudo para todos”. Um estudo comparado de princípios e de práticas cooperativas: de Pigüé (BS AS) e Nova Petrópolis (RS) (1898-1920)pt_BR
Tipo de arquivo (dc.type)Tesept_BR

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