Controladoria no banco do estado do rio grande do sul: controles internos sob a ótica do gestor bancário
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Este artigo tem por objetivo verificar como a controles internos do Banco do Estado do Rio Grande do Sul é percebido sob a ótica dos gestores bancários, identificando se estes controles estão aderentes ao que determina a norma organizacional administrativa da função, verificando dentre eles, a compliance, prevenção à lavagem de dinheiro, e demais assuntos de competência desses gestores. No referencial teórico foi abordado questões relacionadas a Controladoria, controles internos, compliance e prevenção à lavagem de dinheiro. Na metodologia classificou-se a pesquisa como aplicada e quanto à abordagem, quantitativa. Quanto ao objetivo a mesma é exploratória. Na coleta de dados foi utilizado um questionário, e análise multivariada dos dados, utilizando distribuição de frequência e correlação de Pearson. Nos resultados, foi possível verificar que os gestores veem os controles internos sob sua responsabilidade e em geral, estão aderentes ao que determina a norma organizacional da função. Também se apurou que toda a equipe é responsável pelos controles internos e que que a ausência dos controles internos gera perdas financeiras as agências e ao banco. Como resultado da pesquisa, conclui-se então que as responsabilidades básicas normatizadas pelo banco, no que concernem as atividades de Controladoria, estão aderentes ao entendimento e percepção dos gestores pesquisados, uma vez que reconhecem sua importância no processo, sua responsabilidade nas atividades de controles e o impacto que a ausência destes tem no resultado financeiro da agência e do banco.
